O Ibovespa B3 teve início na semana quebrando mais um registro. Nesta segunda-feira (9), o índice chave da bolsa de valores do Brasil, elevou-se 1,80%, alcançando 186.241,15 pontos, o maior nível de encerramento da história.
O contexto externo auxiliou o IBOV, com a crescente busca por países em desenvolvimento em meio ao aumento do interesse por riscos. “A busca global por riscos foi impulsionada pelos desfechos da eleição japonesa, trazendo ao país uma perspectiva de ampliação fiscal e diminuição de tributos, levando a bolsa japonesa a encerrar com grande alta”, ressaltou Bruno Perri, economista principal e sócio fundador da Forum Investimentos.
No cenário interno, o mercado reagiu à divulgação do Boletim Focus, que aliviou mais uma vez a projeção para a inflação brasileira em 2026. A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi de 3,99% para 3,97% em 2026.
No Ibovespa, as instituições financeiras (ITUB4/BBAS3/SANB11) se recuperaram de um período negativo, beneficiadas também pelo discurso moderado de Galípolo, presidente do Banco Central, que ratificou o início do ciclo de cortes, porém reforçou a cautela nos movimentos.
Outro ponto em destaque foi a Vale (VALE3) que cresceu 1,96%, impulsionada pelas expectativas em relação aos seus resultados trimestrais, enquanto a Petrobras (PETR4) avançou 1,83% acompanhando a alta nos valores do petróleo.
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Ibovespa atualmente
Nesse contexto, o Ibovespa oscilou entre 186.460,08 pontos no máximo e 182.950,20 pontos no mínimo do dia. O montante transacionado na B3 totalizou R$ 27,8 bilhões.
Maiores incrementos
| Ticker | Dia (%) | Valor (R$) |
| MGLU3 | 7,55 | 10,97 |
| SANB11 | 5,98 | 35,98 |
| CSAN3 | 4,68 | 6,04 |
| WEGE3 | 3,66 | 53,75 |
| CSNA3 | 3,58 | 9,85 |
Maiores quedas
| Ticker | Dia (%) | Valor (R$) |
| HAPV3 | -2,72 | 11,45 |
| RENT4 | -1,97 | 48,79 |
| CYRE4 | -1,29 | 29,18 |
| CYRE3 | -1,09 | 30,79 |
| CURY3 | -0,94 | 38,14 |
Dólar atualmente
O real prossegue consolidando seu eficaz desempenho perante a moeda norte-americana, que vigora desde o ano passado e atingiu o nível mais baixo desde maio de 2024. No encerramento do dia, o dólar comercial diminuiu 0,62%, cotado a R$ 5,18.
Bolsas de Nova York
Fonte: Bora investir

