A Autarquia Nacional de Eletricidade (Aneel) divulgou hoje que o ano de 2026 terá início sem custos extras na fatura de eletricidade dos habitantes do Brasil, com a ativação da bandeira verde.
A escolha pela insígnia verde representa um alívio em comparação com a amarela, presente em dezembro, e a vermelha, vigente de agosto a novembro.
“Neste período chuvoso, observamos precipitações abaixo da média histórica. Porém, em novembro e dezembro, o país como um todo manteve um volume de chuvas e o nível dos reservatórios das usinas estável, e em janeiro de 2026 não será preciso acionar as usinas termelétricas na mesma escala do mês anterior, o que evita a cobrança de despesas adicionais na conta de energia do cliente”, comunicou a Aneel.
Em comunicado, o Ministério de Minas e Energia salientou que a bandeira verde representa um ambiente de segurança energética, no qual “não há necessidade de acionamento intensivo de usinas termelétricas”.
O que cada cor significa e qual é o custo?
- Bandeira verde: circunstâncias favoráveis na produção de energia. A tarifa permanece inalterada;
- Bandeira amarela: condições de produção menos favoráveis. A tarifa aumenta em R$ 0,01885 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos;
- Bandeira vermelha – Patamar 1: circunstâncias mais dispendiosas na produção. A tarifa aumenta em R$ 0,04463 para cada quilowatt-hora kWh consumido.
- Bandeira vermelha – Patamar 2: circunstâncias ainda mais dispendiosas na produção. A tarifa aumenta em R$ 0,07877 para cada quilowatt-hora kWh consumido.
*Artigo original publicado em IstoÉ Dinheiro, parceiro de B3 Bora Investir
Fonte: Bora investir

