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Autor: Morelli
Morelli é mentor de posicionamento digital, estrategista de autoridade e trader profissional. Atua formando criadores de conteúdo e operadores de mercado com clareza, direção e resultados reais. Seu trabalho combina mentalidade, técnica e presença digital para transformar talentos em referências.
No decorrer do dia de hoje, a Bolsa de Valores de São Paulo atingiu uma marca histórica ao registrar um recorde de 35.900 contratos negociados do Contrato Futuro de Ouro em uma única sessão. Foi observada a execução de 1.177 transações, totalizando um montante financeiro de R$ 966 milhões. O incremento de 69,09% em comparação ao máximo anterior, de 21.232 contratos, revela o crescente interesse pelo metal nobre como instrumento de proteção e estratégia de diversificação tática.Dicas para investir no Futuro de OuroO Contrato Futuro de Ouro representa um ativo financeiro que possibilita a assunção de uma posição de compra…
A Embraer fechou o ano de 2025 com uma carteira de pedidos de US$ 31,6 bilhões, a maior de sua história. O resultado é 20% superior ao registrado no final de 2024. O segmento da aviação comercial da companhia foi o que registrou mais pedidos em valor (US$ 14,5 bilhões), seguido da aviação executiva (US$ 7,6 bilhões), serviços e suporte (US$ 4,9 bilhões), defesa e segurança (US$ 4,6 bilhões). Em número de aeronaves encomendadas, o segmento da aviação comercial totalizou 1.471 pedidos: o modelo E175 liderou, com 1.003 encomendas, seguido do E195-E2 (401) e do E190-E2 (67). As companhias que…
Em mais um dia de euforia no mercado financeiro, a bolsa de valores voltou a bater recorde e superou os 184 mil pontos. O dólar oscilou ao longo do dia, mas fechou estável e manteve-se no menor nível em quase dois anos. O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta quarta-feira (28) aos 184.691 pontos, com alta de 1,52%. Em apenas duas semanas, a bolsa brasileira subiu 11,83%. Das últimas 11 sessões, o Ibovespa atingiu recorde em oito. O mercado de câmbio teve um dia de ajustes. Após duas quedas consecutivas, o dólar comercial fechou o dia em R$ 5,206, mesmo…
O Programa Eco Invest Brasil alcançou o maior leilão de sua história. O resultado do terceiro leilão, divulgado nesta quarta-feira (28) pelo Tesouro Nacional, aponta demanda com potencial de mobilizar cerca de R$ 80 bilhões em investimentos em equity (compra de participação em empresas), dos quais R$ 24 bilhões em recursos públicos. Dos R$ 80 bilhões demandados, foram homologados R$ 15 bilhões em capital público, capazes de viabilizar aproximadamente R$ 53 bilhões em investimentos privados. Mais de R$ 11 bilhões deverão ser destinados ao desenvolvimento de startups e pequenas e médias empresas (PME), com foco em inovação, sustentabilidade e crescimento…
A Receita Federal desmentiu na noite desta quarta-feira (28) a informação de que todos os proprietários que alugam imóveis por temporada passarão a pagar um novo imposto a partir de 2026. Segundo o órgão, a afirmação é falsa e generaliza regras da reforma tributária que não se aplicam à maioria das pessoas físicas. A mudança na tributação dos aluguéis está prevista na Lei Complementar (LC) 214/2025, que cria o novo sistema de impostos sobre consumo, o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), no modelo de Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) dual. Segundo a…
A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de manter a taxa Selic em 15% ao ano, anunciada nesta quarta-feira (28), teve repercussão negativa entre representantes da indústria, da construção civil e de entidades sindicais, que apontam impactos sobre o crescimento econômico, o crédito e o emprego. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) avaliou que o atual patamar dos juros impõe um custo elevado à economia e desconsidera a trajetória recente de desaceleração da inflação. Para o presidente da entidade, Ricardo Alban, o Banco Central deveria ter iniciado o ciclo de flexibilização monetária. “Ao manter a Selic…
O Sistema de Reserva Federal (Fed – o banco central dos Estados Unidos), optou por manter a taxa de juros inalterada nesta quarta-feira, 28, permanecendo entre 3,50% e 3,75%.A determinação não foi unânime. Dos 12 membros do Fomc (equivalente ao Comitê de Política Monetária no Brasil), 10 optaram pela manutenção, incluindo o líder Jerome Powell. Outras duas pessoas votaram pela diminuição de 0,25 ponto percentual na taxa.A decisão correspondeu à expectativa do mercado. Mesmo com a pressão do presidente Donald Trump por uma redução na taxa de juros, 97% do mercado previu a manutenção.Leia o pronunciamento completo do FomcOs dados disponíveis indicam que…
Os momentos de superação de marcas não cessam no Ibovespa B3. Neste dia de quarta-feira (28), o índice superior de títulos da bolsa brasileira aumentou 1,52%, alcançando os 184.691,05 pontos, e encerrou no seu mais atual nível mais alto de todos os tempos. No somatório do ano, o acréscimo é de 14,63%. O centro das atenções foi a ‘Grande Quarta-feira’, com o Federal Reserve de manter os juros dos Estados Unidos na faixa de 3,50% a 3,75%. A escolha está em conformidade com a antecipação do mercado, embora sob a pressão do presidente Donald Trump pela queda da taxa de juros, 97% do mercado confiava na manutenção. O…
O Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou hoje (28) que a taxa Selic será mantida em 15% ao ano. A resolução foi unânime e não pegou ninguém de surpresa. A grande novidade está na previsão de redução dos juros na próxima assembleia, marcada para março.Posicionamento hawkish ou dovish? Compreenda os matizes da política monetária“O Comitê planeja, se as previsões se confirmarem, iniciar a flexibilização da política monetária no próximo encontro, mas mantendo a restrição necessária para garantir que a inflação se estabilize”, afirmam os membros do comitê.De acordo com Bruno Shahini, especialista em aplicações financeiras da Nomad, embora a resolução…
O forte volume de juros, somado às emissões de títulos publicos, fez a Dívida Pública Federal (DPF) subir em 2025. Segundo números divulgados nesta quarta-feira (28) pelo Tesouro Nacional, a DPF encerrou o ano passado em R$ 8,635 trilhões, alta de 18% em relação aos R$ 7,316 trilhões registrados no fim de 2024. A maior parte da alta do endividamento federal justifica-se pela incorporação de juros, que somaram R$ 879,9 bilhões no ano passado. O restante da alta vem do fato de que, em 2025, o Tesouro emitiu R$ 439,06 bilhões a mais do que resgatou. Apenas em dezembro, a…
