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    Início - Notícias - Confiança do Consumidor no Brasil Aumenta em Janeiro, Contrariando Tendência de Países Desenvolvidos, Segundo Ipsos
    Notícias

    Confiança do Consumidor no Brasil Aumenta em Janeiro, Contrariando Tendência de Países Desenvolvidos, Segundo Ipsos

    MorelliBy Morelli2 de fevereiro de 2026Updated:2 de março de 2026Nenhum comentário6 Mins Read
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    Sob informações do Índice de Confiança do Cliente (ICC) da Ipsos, durante o mês de janeiro o Brasil foi incluído nos países mais positivos da pesquisa, com 55,1 pontos – em uma movimentação similar a parte das economias emergentes e distinta da tendência vista em alguns países desenvolvidos.

    A elevação foi baseada em um progresso no subíndice de ocupação.

    Rafael Lindemeyer, Chefe do Grupo de Vivência na Ipsos, declara que o índice indica que o Brasil começa o ano seguindo a trajetória ascendente do segundo semestre de 2025.

    “Analisando o histórico mais extenso, o indicador está 4 pontos acima de janeiro de 2025 e chega a um patamar semelhante ao primeiro trimestre de 2024. Com esse avanço, o Brasil conquista a sexta colocação entre os países mais otimistas da pesquisa global, superando economias como México e Estados Unidos e alcançando a liderança em confiança do cliente nas Américas”, declara.

    “O progresso é respaldado pelo notável avanço no subíndice de ocupação, que indica um início de ano com maior percepção de estabilidade no mercado de trabalho e uma visão mais positiva em relação às perspectivas econômicas futuras”, termina.

    A pesquisa considera entrevistas em 30 países e avalia a percepção dos clientes acerca da situação atual, expectativas, investimentos e mercado de trabalho. No recorte brasileiro, o subíndice de empregos emerge como um dos principais fatores do crescimento da confiança, refletindo uma visão mais favorável sobre oportunidades de trabalho e segurança de renda a curto e médio prazos.

    Crença do cliente no Brasil progride no contexto global

    Sumário ocultar
    1 Crença do cliente no Brasil progride no contexto global
    2 Subíndice de ocupação ganha importância
    3 Comparação regional e global
    4 História do índice brasileiro ao longo do tempo
    5 Impactos para consumo e atividade econômica
    6 Visão para 2026

    Em janeiro de 2026, o índice geral de confiança do cliente no Brasil ultrapassou a média global, colocando o país entre os que tiveram desempenho positivo no período.

    O aumento de quatro pontos em relação a janeiro de 2025 posiciona o Brasil ao lado de países como Chile, Israel e Coreia do Sul, que também tiveram variações significativas no ano.

    A média global, considerando os 30 países analisados, permaneceu próxima de 50 pontos, enquanto o Brasil superou esse limite. Na América Latina, o desempenho brasileiro se destaca em um contexto regional marcado por evoluções diversas. Enquanto Chile e Peru cresceram, a Argentina registrou declínio no mesmo intervalo.

    De acordo com a metodologia da Ipsos, índices acima de 50 indicam predominância de percepções positivas entre os clientes, enquanto resultados abaixo desse limiar sugerem maior prudência.

    O desempenho brasileiro, portanto, sinaliza um ambiente no qual a visão sobre a economia nacional tende a ser mais otimista do que a média observada em vários mercados.

    Subíndice de ocupação ganha importância

    Entre os elementos analisados, o subíndice de empregos emerge como fator central para explicar o aumento da confiança no Brasil. No cenário global, o índice de empregos também cresceu ao longo de 2025, alcançando em janeiro de 2026 um dos níveis mais altos da série recente entre os países monitorados de forma constante desde 2010.

    No caso brasileiro, a análise sugere que os clientes avaliam de maneira mais favorável a disponibilidade de vagas de trabalho e a possibilidade de manter o emprego. Essa percepção influencia diretamente as decisões de consumo e o planejamento financeiro das famílias, além de ter impacto indireto nos investimentos e crédito.

    O relatório indica que, historicamente, melhorias no subíndice de empregos tendem a anteceder avanços em outros aspectos da confiança, como expectativas e situação atual. Esse padrão ajuda a explicar por que o dado relacionado ao mercado de trabalho tem sido monitorado com atenção por analistas e formuladores de políticas públicas.

    Comparação regional e global

    A América Latina apresentou uma trajetória de recuperação gradual ao longo de 2025 em comparação com outras regiões. O índice regional progrediu de maneira moderada, com o Brasil figurando entre os países que contribuíram para esse avanço.

    Na Ásia-Pacífico, nações como Índia, Indonésia e Malásia registraram altos níveis de confiança, ao passo que economias como Japão e Coreia do Sul demonstraram maior volatilidade durante o período.

    Já na Europa, os dados apontam para estabilidade em alguns mercados e queda em outros, como França e Alemanha, o que manteve a média regional em um patamar inferior ao observado em economias emergentes.

    Nos Estados Unidos e no Canadá, o índice de confiança teve variações mais moderadas, refletindo um ambiente de consumo afetado por ajustes monetários e debates sobre inflação e crescimento. Nesse contexto, a evolução brasileira chama a atenção por ocorrer em um cenário global variado.

    “No contexto internacional, as tendências seguem diversificadas. Nos Estados Unidos, o índice de confiança permanece acima do ponto neutro, com 53,8 pontos, sustentado por ganhos significativos nos subíndices de emprego e expectativas, apesar de um ambiente ainda pressionado pelo custo de vida. Enquanto isso, a Argentina segue com níveis de confiança mais baixos, refletindo um ambiente econômico ainda caracterizado por alta incerteza e volatilidade”, analisa Lindemeyer.

    História do índice brasileiro ao longo do tempo

    A história do índice de confiança do cliente no Brasil, iniciada em 2010, mostra ciclos de alta e baixa ligados a mudanças no ambiente econômico nacional e internacional.

    O dado de janeiro de 2026 posiciona o país em um nível intermediário dentro dessa trajetória, distante dos picos observados em certos períodos, porém acima dos momentos de queda mais acentuada registrados na última década.

    A avaliação atual indica uma fase de transição, na qual a confiança se baseia mais fortemente na análise do mercado de trabalho do que em outros fatores, como investimento ou situação presente. Esse padrão sugere que o cliente tende a responder gradualmente a mudanças estruturais, priorizando sinais relacionados à renda e ao emprego.

    Impactos para consumo e atividade econômica

    A elevação da confiança do cliente costuma estar ligada a uma maior disposição para consumir, ainda que esse efeito não se concretize de forma imediata. No caso brasileiro, a melhoria no subíndice de empregos pode favorecer decisões relacionadas à aquisição de bens duráveis e contratação de serviços, desde que outros elementos, como crédito e renda disponível, acompanhem esse movimento.

    Os economistas costumam usar o índice de confiança como um indicador antecedente da atividade econômica. Apesar de não ser um substituto para dados objetivos, como produção ou empregos formais, a pesquisa fornece uma visão sobre expectativas e comportamento das famílias, que impactam o ritmo da economia.

    O relatório da Ipsos aponta que, globalmente, o índice de expectativas também cresceu ao longo de 2025, embora em um ritmo mais lento do que o observado no componente de empregos. Essa combinação sugere um ambiente no qual os clientes veem uma melhora gradual, porém mantêm cautela em relação a decisões de longo prazo.

    Visão para 2026

    O início de 2026 com um avanço na confiança do cliente e progresso no subíndice de empregos reforça a ideia de que o Brasil começa o ano em uma posição mais favorável do que em momentos recentes. O dado não resolve os desafios estruturais, mas indica uma percepção mais estável por parte das famílias em relação ao mercado de trabalho.

    Para os formuladores de políticas públicas e os agentes econômicos, o resultado serve como um alerta. A manutenção dessa trajetória dependerá de fatores como evolução do emprego, renda, inflação e condições financeiras.

    Ainda assim, a pesquisa sugere que o cliente brasileiro inicia o ano com uma visão mais positiva sobre o futuro imediato.

    *Artigo originalmente publicado em IstoÉ Dinheiro, parceiro de B3 Bora Investir

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    Fonte: Bora investir

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    Morelli
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    Morelli é mentor de posicionamento digital, estrategista de autoridade e trader profissional. Atua formando criadores de conteúdo e operadores de mercado com clareza, direção e resultados reais. Seu trabalho combina mentalidade, técnica e presença digital para transformar talentos em referências.

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