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    Início - Notícias - FecomercioSP Afirma que Aumento de Tarifas Prejudica Empresas e Geração de Empregos
    Notícias

    FecomercioSP Afirma que Aumento de Tarifas Prejudica Empresas e Geração de Empregos

    MorelliBy Morelli2 de agosto de 2025Nenhum comentário5 Mins Read
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    A tributação de 50% sobre os itens nacionais que adentram nos Estados Unidos (EUA) foi o conteúdo abordado na reunião As Ações do Governo Trump e os Impactos para o Brasil, promovido pelo Conselho de Relações Exteriores e pelo Conselho Superior de Economia, Sociologia e Política, da FecomercioSP.

    O encontro, virtual, ocorreu no presente sábado (1º), em São Paulo. Conforme a Fecomércio-SP, a medida vai de encontro aos fundamentos primários do comércio internacional, prejudicando as empresas, a criação de empregos e o progresso econômico do Brasil.

    “A fragilização das relações comerciais entre ambas as nações compromete a vontade das corporações para investir, agregar valor e expandir a sua atuação no mercado global, além de abalar a confiança entre os dois países, cuja ligação é caracterizada por uma longa história de cooperação comercial”, informa a entidade.

    Conforme o economista e investigador principal no Policy Center for the New South, Otaviano Canuto, com a passagem, levando em consideração as exceções, o Brasil deve experimentar diminuição do PIB em cerca de 0,9% ao longo de um ano. “Em termos absolutos, o efeito é menor do que o que seria com os 50% para tudo. O efeito é adverso, contudo, simultaneamente, não é desastroso, a menos do ponto de vista dos segmentos específicos, como carnes e frutas.”

    O sociólogo e diretor de Estratégia da consultoria Arko Advice, Thiago de Aragão, notou que várias empresas estão batalhando para entrar na relação de isentos. Segundo Aragão, as tratativas começam verdadeiramente quando os EUA divulgam a lista dos não afetados. “O que está se sucedendo agora é que temos indústrias tentando se ajustar à realidade inserida na lista de isenção ou buscando uma forma de entrar nessa relação de isenção.”

    De acordo com o sociólogo, os setores excluídos da relação podem ser adicionados se as negociações forem conduzidas de maneira adequada nos próximos 30 ou 45 dias. Se isso não ocorrer, a terceira opção é buscar outros mercados. “Na pior das hipóteses, haverá redução nos investimentos se não for viável mudar a produção para o mercado que remunere um valor similar.”

    Aragão acrescentou ainda que a persistência da tributação para alguns segmentos e produtos é estratégica e que, se a lista sair muito perfeita, o ímpeto de negociação e o senso de urgência do Brasil diminuem. Ele salientou que a forma como Trump concretiza as tratativas não é inédita e que sempre existe um componente político para pressionar a outra parte.

    “Podemos reconhecer esse padrão em várias outras negociações. Se no Brasil é o Bolsonaro e o Supremo; no México, é o Fentanyl; no Canadá, é a questão do 51º estado; na União Europeia, é a anexação da Groenlândia; na África do Sul, é o apartheid inverso contra os africanos brancos; no Panamá, o canal do Panamá. Sempre há um gatilho político com um objetivo comercial. E esse gatilho político é voltado para gerar ansiedade.”

    Segundo o sociólogo, na carta enviada ao Brasil, essa estratégia fica evidente, já que o americano aponta dois tipos de descontentamento e uma saída para resolvê-los. “Se o acordo comercial for satisfatório, os demais temas perderão relevância, deixarão de ser assuntos estruturais na relação ou na negociação. Trump prefere fechar acordos, e sua forma de fechar negócio é um jogo de soma zero. Ele acredita que é necessário sair ganhando e apresentar um triunfo.”

    O presidente e fundador do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Irice), Rubens Barbosa, que exerceu o cargo de embaixador do Brasil no Reino Unido e nos Estados Unidos, destacou que, para solucionar o atual impasse sem renunciar à soberania e mantendo os 200 anos de relações bilaterais com os EUA, não existe outra saída a não ser separar a questão político-diplomática da negociação comercial. Segundo Barbosa, isto não está ocorrendo.

    “Existe impacto na negociação comercial devido à influência das medidas adotadas pelos EUA na esfera política. E estou me referindo às punições ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Entretanto, com a decisão do ministro de solicitar que o governo não realize sua defesa no exterior, torna-se mais simples para o governo concentrar suas atenções nas negociações comerciais.”

    Barbosa enfatiza que o Brasil negocia de maneira satisfatória. Conforme ele, as empresas brasileiras foram aos EUA dialogar com suas contrapartes americanas para que estas pressionem o governo local em função de seus próprios interesses. “E isso foi bem-sucedido, pois impactou diretamente e de forma positiva perto da metade das exportações, proporcionando um alívio parcial do efeito negativo sobre o setor privado industrial e agrícola.”

    Em relação à escalada político-diplomática, Rubens Barbosa afirma que o governo ‘necessita agir’. “Não é viável permanecer oito meses com a oposição bolsonarista em Washington, sozinha, dialogando com o governo americano o tempo inteiro, sem nenhuma intervenção do governo brasileiro para desmentir o que estava sendo dito, estabelecer que o judiciário é independente, e todos os demais pontos que conhecemos.”

    Fonte: Agência Brasil

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    Morelli
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    Morelli é mentor de posicionamento digital, estrategista de autoridade e trader profissional. Atua formando criadores de conteúdo e operadores de mercado com clareza, direção e resultados reais. Seu trabalho combina mentalidade, técnica e presença digital para transformar talentos em referências.

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