Dá-se o início para os que desejam começar 2026 sem pendências no registro nacional de pessoas físicas. Aproximadamente 2 mil organizações uniram-se para renegociar débitos com descontos de até 99% na 35ª feira Serasa Solução de Dívidas. A companhia disponibilizará cerca de 620 milhões de ofertas em todo o território para tratar dívidas junto a instituições bancárias, financeiras, empresas de serviços essenciais, como água, energia elétrica e gás, operadoras de telefonia, securitizadoras e vários outros setores.
De acordo com a Serasa, os pagamentos poderão ser efetuados via Pix, assegurando que a retirada da restrição no CPF seja instantânea, deixando o nome limpo ao efetuar o pagamento, com impacto positivo imediato no Serasa Score. Para negociar os débitos o cliente pode acessar o portal da Serasa, o app nas lojas do Google Play e da App Store, ou pelo Whatsapp no número oficial (11) 99575-2096.
Aqueles que optarem pelo atendimento presencial podem dirigir-se a qualquer unidade dos Correios em todo o país com um documento oficial com foto. As condições são idênticas às do site e do aplicativo da Serasa. As negociações podem ser realizadas até o dia 1º de abril.
Marca recorde na inadimplência da Serasa
A iniciativa da Serasa tem um objetivo definido. A empresa pretende tentar reduzir a inadimplência no Brasil, que alcançou a marca histórica de 91,3 milhões de consumidores com dívidas negativas no começo de 2026. O número representa um crescimento de 71.317 pessoas em comparação a dezembro de 2025. Atualmente, o país contabiliza 327 milhões de dívidas ativas, totalizando R$ 524 bilhões em débitos.
Dentre os principais setores responsáveis pelos compromissos financeiros encontram-se instituições bancárias e cartões de crédito (26,3%), contas essenciais (22%) e empresas de serviços financeiros (19,8%). Segundo a Serasa, na última edição da feira Serasa Solução de Dívidas, realizada entre novembro e dezembro do ano passado, foram fechados mais de 10,2 milhões de acordos.
“A inadimplência não é apenas um reflexo de atrasos eventuais, mas de um cenário econômico que pressiona o orçamento das famílias e dificulta o planejamento financeiro de longo prazo. Por isso, a feira vai além da negociação de dívidas e pode ser o primeiro passo de uma jornada de educação financeira, ao permitir que o cliente compreenda sua situação, renegocie compromissos em condições mais equitativas e volte a planejar o futuro com maior clareza”, expressou a diretora da Serasa, Aline Maciel.
*Reportagem originalmente veiculada em IstoÉ Dinheiro, parceiro de B3 Bora Investir
Fonte: Bora investir

