Close Menu

    Inscreva-se Grátis

    Receba o nosso conteúdo diretamente no seu email 100% Grátis.

    Mais lidas

    Mercados Hoje: Impacto das Projeções do Ministério da Fazenda e Balanços nos Negócios

    6 de fevereiro de 2026

    Ministério da Fazenda Corta Projeção de Crescimento do PIB para 2,3% em 2026

    6 de fevereiro de 2026

    Faturamento da Indústria Permanece Estagnado, Segundo CNI

    6 de fevereiro de 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram
    • Sobre Nós
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Fale Conosco
    Trade ToolsTrade Tools
    • Home
    • Notícias
    • Ferramentas
      • Apis e Bibliotecas
      • Indicadores
      • Scripts
    • Dicas e estratégias
    • Criptomoedas
    • Filtro Notícias & TTZ
    Trade ToolsTrade Tools
    Início - Notícias - Percentual de famílias com dívidas cresce, mas inadimplência cai
    Notícias

    Percentual de famílias com dívidas cresce, mas inadimplência cai

    MorelliBy Morelli6 de fevereiro de 2026Nenhum comentário4 Mins Read
    Twitter Facebook WhatsApp Reddit Pinterest LinkedIn Telegram Threads Tumblr Email Copy Link

    O indicador que mede o percentual de famílias brasileiras que têm dívidas como cartão de crédito e financiamentos alcançou 79,5% em janeiro, patamar mais alto já registrado, igualando recorde de outubro passado. 

    O dado faz parte da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada nesta terça-feira (6) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    Por outro lado, a quantidade de famílias que não conseguiu pagar essas dívidas no prazo caiu pelo terceiro mês seguido.

    Em dezembro, o nível de endividamento estava em 78,9%, enquanto, em janeiro no ano passado, abrangia 76,1% das famílias.

    Ao analisar os dados de janeiro de 2026, percebe-se que o endividamento é mais presente em famílias que ganham até três salários mínimos, chegando a 82,5% delas.

    Já nas com renda superior a dez salários mínimos, o indicador recua para 68,3%. Desde janeiro, o salário mínimo é fixado em R$ 1.621.

    Perfil da dívida

    Sumário ocultar
    1 Perfil da dívida
    2 Dívidas atrasadas
    3 Juros altos
    4 Projeção

    O levantamento revela que o cartão de crédito é a forma de endividamento mais presente no endividamento das famílias:

    • Cartão de crédito: 85,4%
    • Carnês: 15,9%
    • Crédito pessoal: 12,2%
    • Financiamento de casa: 9,6%
    • Financiamento de carro: 8,7%
    • Crédito consignado: 6%
    • Cheque especial: 3,4%
    • Outras dívidas: 2,5%
    • Cheque pré-datado: 0,3%

    A pesquisa identificou que o comprometimento médio com as dívidas é de 7,2 meses ─ isso significa que esse é o tempo médio que falta para que as famílias quitem essas contas.

    Já a parcela da renda gasta com as dívidas ocupa em média 29,7% do orçamento familiar, segundo a Peic. Uma em cada cinco famílias (19,5%) afirmaram ter mais da metade dos rendimentos comprometidos com dívidas.

    O levantamento é feito com 18 mil famílias de todo o país. São levadas em conta dívidas com cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, cheque pré-datado e prestações de carro e casa.

    A CNC ressalta que dívida não é necessariamente um comportamento financeiro negativo, uma vez que é uma forma de direcionar dinheiro para o consumo, o que aquece a economia como um todo.

    No entanto, a instituição adverte que o índice de endividamento preocupa quando as famílias começam a apresentar dificuldade na capacidade de honrar os pagamentos, a chamada inadimplência.

    Dívidas atrasadas

    A pesquisa identificou que a inadimplência em janeiro ficou em 29,3%, marcando o terceiro mês seguido de recuo, ou seja, cai desde outubro, quando estava em 30,5%.

    A parcela de famílias com conta atrasada é maior à medida que diminui o rendimento domiciliar. Nos lares com renda de até três salários mínimos, o percentual é 38,9%. Já entre consumidores que recebem mais de dez mínimos, fica em 14,9%.

    A pesquisa apurou que o tempo médio de pagamento em atraso ficou em 64,8 dias em janeiro. A CNC identificou ainda que 12,7% das famílias disseram que não terão condições de pagar dívidas atrasadas.

    Juros altos

    De acordo com a CNC, os juros altos dificultam a amortização das dívidas e tornam o orçamento cada vez mais apertado.

    A taxa básica de juros da economia, a Selic, está em 15% ao ano, maior patamar desde julho de 2006 (15,25%).

    O percentual é determinado pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) e influencia as demais taxas praticadas no mercado, como os juros ao consumidor.

    A Selic está mantida em nível elevado como ferramenta de combate à inflação. O índice oficial de inflação (IPCA) chegou a ficar 13 meses fora do teto da meta do governo (4,5% ao ano), voltando para o intervalo de tolerância em novembro de 2025.

    A Selic alta age na economia de forma restritiva, ou seja, encarece operações de crédito e desestimula investimentos e consumo. O impacto esperado é menor procura por produtos e serviços, esfriando a inflação. O efeito colateral é que economia em marcha lenta tende a diminuir a geração de empregos.

    Projeção

    A CNC projeta que o endividamento das famílias deve seguir em alta, ao menos no primeiro semestre, chegando a 80,4% em junho.

    Para a inadimplência, a estimativa é redução até encostar em 28,9% em junho. De acordo com o economista-chefe da CNC, um dos motivos para a regressão é queda da taxa Selic, já indicada pelo Banco Central a partir de março.

    “A gente vem em um patamar [de juros] muito elevado, então vai levar um certo tempo para que esse desaperto monetário seja sentido também no mercado de crédito”, avalia.

    “Começando em março, provavelmente no início do terceiro trimestre, final do segundo trimestre, as famílias já devem se deparar com uma taxa de juros significativamente menor”, completa.

    CNC Confederação Nacional do Comércio de Bens endividamento PEIC Serviços e Turismo
    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Morelli
    • Website

    Morelli é mentor de posicionamento digital, estrategista de autoridade e trader profissional. Atua formando criadores de conteúdo e operadores de mercado com clareza, direção e resultados reais. Seu trabalho combina mentalidade, técnica e presença digital para transformar talentos em referências.

    Related Posts

    Mercados Hoje: Impacto das Projeções do Ministério da Fazenda e Balanços nos Negócios

    6 de fevereiro de 2026

    Ministério da Fazenda Corta Projeção de Crescimento do PIB para 2,3% em 2026

    6 de fevereiro de 2026

    Faturamento da Indústria Permanece Estagnado, Segundo CNI

    6 de fevereiro de 2026
    Matérias relacionadas

    Mercados Hoje: Impacto das Projeções do Ministério da Fazenda e Balanços nos Negócios

    6 de fevereiro de 2026

    Ministério da Fazenda Corta Projeção de Crescimento do PIB para 2,3% em 2026

    6 de fevereiro de 2026

    Faturamento da Indústria Permanece Estagnado, Segundo CNI

    6 de fevereiro de 2026

    Retirada líquida de R$ 23,5 bilhões da poupança em janeiro: entenda o impacto

    6 de fevereiro de 2026
    Mais lidas

    Governo devolve R$ 2,8 bilhões a aposentados por descontos indevidos

    By Morelli

    Dólar Fecha em Baixa, Atingindo Menor Valor em Mais de Um Ano a R$ 5,38

    By Morelli

    Investidores Analisam Balanço do Itaú, Decisão de Juros na Europa e Dados de Emprego nos EUA – Mercados Hoje

    By Morelli
    Publicidade
    Trade Tools
    • Sobre Nós
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Fale Conosco
    © 2026 TradeTools. Criado por TradeTools.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    Ad Blocker Enabled!
    Ad Blocker Enabled!
    Our website is made possible by displaying online advertisements to our visitors. Please support us by disabling your Ad Blocker.
    Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.