O euro menos alto estimulou as comercializações de mercadorias estrangeiras e colaborou para o mercado brasileiro expandir 0,5% de fevereiro para março. Este desempenho – terceira elevação consecutiva – fez o ramo alcançar seu pico máximo.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Observe a flutuação do comércio nos últimos meses:
- Outubro: 0,5%
- Novembro: 1%
- Dezembro: -0,3%
- Janeiro: 0,5%
- Fevereiro: 0,7%
- Março: 0,5%
Setores do comércio
- Equipamentos e suprimento para escritório, informática e comunicação: 5,7%
- Combustíveis e óleos lubrificantes: 2,9%
- Outros itens de uso pessoal e doméstico: 2,9%
- Publicações impressas e artigos de papelaria: 0,7%
- Itens médicos, ortopédicos e de higiene e beleza: 0,1%
- Tecidos, vestuário e calçados permaneceu inalterado: 0%
- Móveis e eletrodomésticos: -0,9%
- Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e tabaco: -1,4%
“As empresas aproveitam para complementar estoques com a queda do euro e, posteriormente, em momentos oportunos, realizam promoções. O mês de março foi relevante devido a essas promoções. Equipamentos de informática possuem essa característica de conexão com o euro.”
Mercados
Venda por atacado
*Agência Brasil
Fonte: Bora investir

