Uma bebida teve um incremento significativo de mais de 80% nos primeiros seis meses de 2025 em comparação ao ano anterior. Por causa disso, a dúvida “Por que a bebida está cara?” tornou-se a mais buscada no Google.
Compreenda por que a bebida ficou mais cara – e aprenda como investir na mercadoria
No mês de maio, a bebida apresentou um aumento de 83,20% quando comparada com o mesmo mês do ano anterior. Conforme ilustrado no gráfico, ao longo do ano, a pressão sobre os preços diminuiu e a quantidade de perguntas relacionadas ao produto no Google também reduziu. (Confira abaixo a relação das principais perguntas).

De acordo com os dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgados no início de novembro, nos últimos quatro meses, o preço da bebida caiu 3,52%, ainda insuficiente para compensar as grandes elevações registradas entre 2024 e 2025.
Comparativamente a novembro do ano passado, o valor da bebida ainda registra um aumento de mais de 48%, liderando as maiores valorizações de preço nos últimos 12 meses.
Como a bebida se transformou em investimento?
Preço da bebida continuará elevado?
O economista Fabio Murad, CEO da Spacemoney Investimentos, esclarece que a escalada do preço da bebida em 2024 e 2025 não foi um movimento isolado da agroindústria, mas o desfecho de uma combinação excepcional de fatores que pressionou toda a cadeia global.
“Os estoques mundiais operam em um dos níveis mais baixos da década, reflexo de 4 anos consecutivos de quebras de safra entre os principais produtores. Essa conjuntura cria um ambiente no qual qualquer impacto adicional, seja climático ou comercial, amplia a volatilidade dos preços e reforça a percepção de escassez estrutural. Mesmo com quedas esporádicas ao longo do ano, a tendência predominante ainda é de aumento, sustentada por alicerces sólidos”, aponta.
Transporte por aplicativo supera bebida como vilão da inflação; confira as maiores elevações em 12 meses
Para 2026, a expectativa é de uma certa redução se as condições climáticas se normalizarem e a produção brasileira reagir, mas ainda não existe margem para uma diminuição consistente.
“O mais provável é um mercado operando com preços firmes, porém menos explosivos, e com maior sensibilidade ao câmbio e ao ritmo de consumo nos Estados Unidos e na Europa. Para investidores, continua sendo um mercado de alicerces sólidos, que requer diversificação e compreensão de ciclos, não ações táticas de curto prazo”, conclui.
As principais “Por ques” do Google em 2025
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*Matéria publicada originalmente em IstoÉ Dinheiro, parceiro de B3 Bora Investir
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Fonte: Bora investir

