Close Menu

    Inscreva-se Grátis

    Receba o nosso conteúdo diretamente no seu email 100% Grátis.

    Mais lidas

    Agenda de Dividendos de FIIs: Confira os Fundos que Pagam na Semana de 12 de Janeiro

    12 de janeiro de 2026

    Ibovespa B3 cai 0,13% devido a tensões no Fed; Dólar sobe para R$ 5,37

    12 de janeiro de 2026

    BC concorda com inspeção sobre Banco Master, diz presidente do TCU

    12 de janeiro de 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram
    • Sobre Nós
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Fale Conosco
    Trade ToolsTrade Tools
    • Home
    • Notícias
    • Ferramentas
      • Apis e Bibliotecas
      • Indicadores
      • Scripts
    • Dicas e estratégias
    • Criptomoedas
    • Filtro Notícias & TTZ
    Trade ToolsTrade Tools
    Início - Notícias - Impacto da Crise na Venezuela nos Preços do Combustível e na Petrobras no Brasil
    Notícias

    Impacto da Crise na Venezuela nos Preços do Combustível e na Petrobras no Brasil

    MorelliBy Morelli12 de janeiro de 2026Nenhum comentário5 Mins Read
    Twitter Facebook WhatsApp Reddit Pinterest LinkedIn Telegram Threads Tumblr Email Copy Link

    Se os Estados Unidos obtiverem sucesso em aumentar a influência sobre as reservas de óleo da República Bolivariana da Venezuela após o sequestro de Nicolás Maduro, corporações brasileiras como a Petrobras podem enfrentar consequências indiretas devido à redução do valor do petróleo.

    “Caso o mercado tenha confiança de que de fato o Trump irá assumir o controle da Venezuela e que as empresas estadunidenses e outras privadas voltarão a investir no país em breve, é provável que ocorra uma diminuição no preço do barril”, declara o economista Adriano Pires, diretor fundador do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE).

    Preços mais baixos implicam em maior pressão sobre o lucro das companhias petrolíferas, após um 2025 já marcado por uma forte desvalorização da mercadoria. O barril WTI caiu 19,9% no ano anterior, alcançando sua pior performance anual desde 2020, enquanto o Brent encerrou o período com uma redução de aproximadamente 14,3%. “Para a Petrobras não é positivo, pois sofrerá perda de rendimento”, complementa Pires.

    No primeiro dia de negociações após a ocupação da Venezuela, o petróleo teve um aumento, em torno de 1%. “Isso ocorre principalmente porque esse tipo de acontecimento gera insegurança, sendo a insegurança um fator fundamental para a elevação do preço de qualquer produto ou de matérias-primas”, esclarece o advogado Marcelo Godke, especialista em Direito Internacional Empresarial. “Porém, em termos médio e longo prazo, a situação aparenta ser contrária.”

    Como afetam os lucros das empresas petrolíferas brasileiras?

    Sumário ocultar
    1 Como afetam os lucros das empresas petrolíferas brasileiras?
    2 Exportações brasileiras de óleo serão impactadas?
    3 O combustível ficará mais acessível?
    4 Incertezas no horizonte

    As implicações a médio e longo prazo para as organizações nacionais permanecem sem definição. Se a quantidade de óleo disponível aumentar globalmente e os preços declinarem, seus lucros serão prejudicados.

    O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, minimizou a questão e afirmou que um aumento na produção venezuelana requer investimento, não sendo algo que possa ser realizado “em 24 horas”.

    A retomada do mercado venezuelano pode oferecer também possibilidades de expansão para a Petrobras e inclusive para outras empresas menores, se o movimento não ficar restrito às corporações dos EUA. “Um campo de 20 mil barris não é para a Chevron. Um campo dessa magnitude, por exemplo, pode atrair empresas de porte médio estadunidenses, canadenses, ou até brasileiras, como PetroReconcavo ou Prio”, analisa Adriano Pires.

    Ao mesmo tempo, a situação atual na Venezuela aumenta a instabilidade geopolítica na região, o que tende a inibir investimentos de capital estrangeiro.

    Exportações brasileiras de óleo serão impactadas?

    Especialistas consultados pela IstoÉ Dinheiro creem que não haverá repercussões significativas sobre o volume de óleo exportado por companhias brasileiras.

    O economista e professor da Universidade de São Paulo (USP), Simão Silber, expõe que um aumento na produção de óleo na Venezuela por empresas norte-americanas poderia levar à redução das exportações brasileiras para o país.

    “Por outro lado, surgem outras oportunidades. Especialmente o mercado asiático se torna mais favorável para o Brasil à medida que houver um desvio no fornecimento de óleo venezuelano”, afirma Silber.

    Anteriormente, a Venezuela fornecia primariamente para a China, nação com escassez de reservas de óleo próprias.

    A quantidade de óleo produzida e exportada pelo Brasil seguirá ainda a dinâmica da Opep+ (versão ampliada da Organização dos Países Exportadores de Petróleo), grupo composto pelos principais produtores do mundo, inclusive a Venezuela. Atualmente, a organização controla os preços do óleo ao estabelecer quotas de produção para cada país.

    Silber ressalta, no entanto, que assim como outras organizações internacionais, a Opep+ vem enfrentando desafios em seu papel. No início do ano passado, a Arábia Saudita chegou a ultrapassar o limite de quotas estabelecido pelo grupo. Portanto, é necessário aguardar por mais definições para compreender o impacto efetivo sobre as exportações do Brasil.

    O combustível ficará mais acessível?

    Com a redução do óleo, é possível que ocorra uma diminuição no preço dos combustíveis nos postos de gasolina brasileiros. Entretanto, a falta de transparência na política de preços da Petrobras impede os analistas de garantir com certeza um decréscimo.

    No início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a Petrobras implementou uma nova política de Preços de Paridade de Importação (PPI) que tem como objetivo minimizar os impactos da volatilidade dos preços do óleo no exterior para o consumidor. Contudo, o método de cálculo não foi divulgado.

    “Já que o modelo de preços do óleo aqui é bastante controlado, quaisquer variações nos preços dependerão essencialmente do governo. Contudo, se houver alguma mudança, será para baixo, não para cima”, observa Silber.

    O economista Adriano Pires sugere que uma redução nos preços é provável, sobretudo motivada por interesses eleitorais. O valor do combustível impacta transversalmente diversos itens na inflação do país, e uma diminuição poderia abrir espaço até mesmo para cortes nas taxas de juros.

    Incertezas no horizonte

    Toda análise sobre o futuro do mercado global ainda depara com a grande incerteza em relação à Venezuela. “Precisamos entender como será uma eventual transição política. A Delcy Rodríguez permanecerá no poder até o final do mandato de Maduro? Ela convocará novas eleições? Não sabemos”, comenta o cientista político Leonardo Paz, pesquisador do Núcleo de Prospecção e Inteligência Internacional da FGV (Fundação Getúlio Vargas).

    Se os conflitos se intensificarem e os Estados Unidos não conseguirem implementar seu plano de aumentar a produção de óleo venezuelano, o efeito pode ser diametralmente oposto a uma queda de preços. “Devemos ser cautelosos em relação ao petróleo, pois não temos boas notícias iminentes. Gostaria de expressar outra opinião, mas é essa a realidade”, avalia o economista Carlos Honorato, professor da FIA Business School.

    *Artigo originalmente publicado em IstoÉ Dinheiro, parceiro de B3 Bora Investir

    Deseja gerir todos os seus investimentos em um só local, em uma plataforma fácil de usar? Baixe o APP B3

    Fonte: Bora investir

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Morelli
    • Website

    Morelli é mentor de posicionamento digital, estrategista de autoridade e trader profissional. Atua formando criadores de conteúdo e operadores de mercado com clareza, direção e resultados reais. Seu trabalho combina mentalidade, técnica e presença digital para transformar talentos em referências.

    Related Posts

    Agenda de Dividendos de FIIs: Confira os Fundos que Pagam na Semana de 12 de Janeiro

    12 de janeiro de 2026

    Ibovespa B3 cai 0,13% devido a tensões no Fed; Dólar sobe para R$ 5,37

    12 de janeiro de 2026

    BC concorda com inspeção sobre Banco Master, diz presidente do TCU

    12 de janeiro de 2026
    Matérias relacionadas

    Agenda de Dividendos de FIIs: Confira os Fundos que Pagam na Semana de 12 de Janeiro

    12 de janeiro de 2026

    Ibovespa B3 cai 0,13% devido a tensões no Fed; Dólar sobe para R$ 5,37

    12 de janeiro de 2026

    BC concorda com inspeção sobre Banco Master, diz presidente do TCU

    12 de janeiro de 2026

    Cresce contratação de pessoas 50+ no comércio e nos serviços em SP

    12 de janeiro de 2026
    Mais lidas

    Receita paga lote residual de restituição do IRPF de dezembro de 2025

    By Morelli

    Haddad Indica Possíveis Mudanças nas Propostas para Seguro-Defeso

    By Morelli

    Haddad defende parcerias para reestruturação dos Correios

    By Morelli
    Publicidade
    Trade Tools
    • Sobre Nós
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Fale Conosco
    © 2026 TradeTools. Criado por TradeTools.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    Ad Blocker Enabled!
    Ad Blocker Enabled!
    Our website is made possible by displaying online advertisements to our visitors. Please support us by disabling your Ad Blocker.
    Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.