A indústria concentra sua atenção hoje em diferentes assuntos em todo o mundo. No Brasil, o destaque está na repercussão do relatório do Banco Central, divulgado ontem após o encerramento do mercado. A instituição financeira registrou ganhos líquidos consistentes de R$12,3 bilhões no último trimestre, um aumento de 13,2% em relação ao mesmo período de 2024, alinhado com as previsões dos especialistas. Mais tarde, será a vez do Bradesco divulgar seus ganhos no final do dia.
Enquanto isso, na Europa, o Banco Central Europeu (BCE) e o Banco da Inglaterra (BoE) revelarão suas decisões sobre política monetária. O BoE optou por manter a taxa de juros em 3,75%, conforme previsto pelos mercados, em uma decisão que dividiu os membros do comitê. Na zona do euro, os analistas também preveem a estabilidade das taxas em 2%. A decisão do BCE será anunciada mais tarde.
Nos Estados Unidos, os números sobre emprego podem impactar os mercados, com dados sobre pedidos de subsídio de desemprego na semana e o relatório Jolts, que aborda a disponibilidade de empregos em dezembro.
Reviva o encerramento do dia anterior
Depois de atingir uma alta recorde no encerramento do dia anterior, o Índice da Bolsa de Valores B3 recuou 2,14% nesta quarta-feira (4), fechando aos 181.708,23 pontos. O índice foi afetado pela queda nas ações dos principais bancos: as ações do Santander (SANB11) baixaram 2,70%, as do Banco do Brasil (BBAS3) recuaram 2,30%, enquanto os papéis do Itaú Unibanco (ITUB4) caíram 3,29% e os do Bradesco tiveram redução de 2,96% nas ações ordinárias (BBDC3) e de 3,23% nas preferenciais (BBDC4).
Fonte: Bora investir

