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    Investimentos

    Entenda o Papel dos Ativos de Proteção na Carteira e Como Acessá-los

    MorelliBy Morelli24 de março de 2026Nenhum comentário5 Mins Read
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    Em tempos de pressão geopolítica e ameaça de aumento de preços, os ativos tradicionais de defesa, como ouro e dólar, ganham destaque. Eles não substituem a estratégia de longo prazo, mas auxiliam a diminuir prejuízos e equilibrar a carteira quando os mercados sofrem solavancos.

    “Ao invés de buscar lucro imediato, o ponto essencial é compreender que esses ativos contribuem para equilibrar a carteira em momentos de tensão. Eles não substituem uma estratégia de longo prazo, mas são cruciais para diversificar e se proteger, especialmente em um contexto global cada vez mais suscetível a eventos geopolíticos”, resume a especialista em aplicações financeiras Bianca Azevedo.

    Por qual razão falar de defesa agora

    Sumário ocultar
    1 Por qual razão falar de defesa agora
    2 Qual é a função desses ativos na carteira?
    3 Como aplicar em ouro, dólar ou petróleo

    Recentemente, houve aversão ao risco, preocupações com o abastecimento global de petróleo, inquietação relacionada à inflação e instabilidade nas taxas de juros.

    Com os conflitos no Oriente Médio afetando consideravelmente o fluxo de petróleo no Estreito de Ormuz, os valores da commodity tiveram um aumento significativo. O preço do barril passou de cerca de US$ 60 para patamares próximos de US$ 120.

    “Isso acende um alerta relevante. O petróleo é um fator direto para a inflação global. Em um cenário em que os países já estavam combatendo vigorosamente a inflação por meio de taxas de juros elevadas, um aumento nessa magnitude traz uma camada adicional de preocupação que o mercado não pode negligenciar”, explica Leonardo Santana, especialista em investimentos e sócio da empresa de análise Top Gain.

    O impacto do petróleo ultrapassa o âmbito financeiro, lembra Jeff Patzlaff, planejador financeiro e especialista em investimentos. “O petróleo move o mundo, e quando seu valor sobe, o frete aumenta, assim como o preço dos alimentos e demais produtos, resultando em uma elevação da inflação global. Se a inflação cresce, os Bancos Centrais podem não reduzir as taxas de juros conforme o esperado, o que acarreta diretamente em uma menor diminuição das taxas de juros do que se previa”.

    No caso do ouro, considerado tradicionalmente um ativo defensivo, ocorreu um movimento “interessante, no mínimo”, conforme afirma Leonardo Santana. O metal vinha em uma tendência consistente de alta e, com a concretização do conflito, houve uma interrupção na valorização e realização de lucros – o clássico “sobe no rumor, cai na notícia”, diz o especialista.

    Por outro lado, o dólar manteve-se como a principal moeda de reserva global procurada em tempos de tensão. “Houve um fortalecimento global da moeda, impulsionado pela crescente aversão ao risco e pelas taxas de juros altas nos Estados Unidos”, afirma Leonardo. No Brasil, a discrepância de juros auxilia a amortecer as oscilações locais na taxa de câmbio em certos momentos, pondera Leonardo.

    Jeff enfatiza que, apesar de movimentações momentâneas, “o dólar mantém sua prerrogativa como refúgio global confiável”.

    Qual é a função desses ativos na carteira?

    De acordo com Leonardo Santana, o ponto central é que ouro, dólar e petróleo atuam como elementos de suporte em períodos de instabilidade. “Esses ativos desempenham um papel fundamental em uma carteira bem estruturada, que são proteção e diversificação durante momentos de tensão”, afirma.

    Jeff Patzlaff compara esses ativos a um seguro de automóvel: “ninguém deseja se envolver em um acidente, mas paga o seguro para se precaver. Ter um pouco de ouro, exposição ao dólar ou ao petróleo funciona de maneira similar”, explica. “Não é o momento de alocar todo seu capital nesses ativos pensando em multiplicar seu patrimônio da noite para o dia. O ideal é reservar uma pequena parte da carteira para eles. Dessa forma, se o cenário continuar caótico, essa pequena parcela irá valorizar consideravelmente e ajudar a proteger os demais investimentos de grandes prejuízos”. Em outras palavras, a proteção não tem o intuito de gerar lucros excepcionais, mas sim evitar perdas expressivas em situações extremas.

    Já Bianca Azevedo aborda a questão olhando para a função específica de cada ativo dentro da carteira. O ouro serve como escudo contra crises sistêmicas e perda de confiança; o dólar age como proteção e hedge cambial, uma vez que tende a se fortalecer em choques internacionais; e o petróleo, apesar de sua volatilidade, pode se tornar um componente crucial em cenários de escassez, justamente por reagir de forma distinta nesses momentos. Em sua perspectiva, a função desses ativos não é substituir a estratégia de longo prazo, mas equilibrar a carteira quando eventos geopolíticos ou macroeconômicos pressionam os mercados.

    Como aplicar em ouro, dólar ou petróleo

    “Não é necessário ter uma barra de ouro guardada em casa ou um barril de petróleo na garagem”, brinca Jeff. Existem maneiras de acessar esses mercados na B3. Confira.

    Ouro – É viável adquirir exposição à commodity tanto por meio de ETFs quanto com contratos futuros.

    Dólar – Pode ser negociado por meio de contratos futuros de dólar na B3. Investir em ativos como BDRs (que representam ações listadas em bolsas estrangeiras) ou em ETFs globais também proporciona uma diversificação em dólar na carteira.

    Petróleo – Assim como no caso do ouro, é viável obter exposição à commodity tanto por meio de ETFs quanto com contratos futuros. Investir em ações de empresas petrolíferas, como Petrobras e PRIO, também representa uma forma de se expor às flutuações da commodity.

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    Fonte: Bora investir

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    Morelli
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    Morelli é mentor de posicionamento digital, estrategista de autoridade e trader profissional. Atua formando criadores de conteúdo e operadores de mercado com clareza, direção e resultados reais. Seu trabalho combina mentalidade, técnica e presença digital para transformar talentos em referências.

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