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    Início - Investimentos - Impacto dos Cortes na Selic nos Fundos Imobiliários: O que Esperar para Seus FIIs?
    Investimentos

    Impacto dos Cortes na Selic nos Fundos Imobiliários: O que Esperar para Seus FIIs?

    MorelliBy Morelli24 de março de 2026Nenhum comentário7 Mins Read
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    Apesar da disputa no Médio Oriente, o crescimento das tensões geopolíticas mundiais e os temores de impactos inflacionários com a elevação do valor do barril de petróleo, o Comitê de Política Monetária (Copom) da Casa da Moeda Central optou por iniciar o movimento de redução da taxa de juros principal da economia brasileira (Selic) em 0,25 ponto percentual, passando de 15% ao ano para 14,75% ao ano. Com a mudança de direção, os efeitos do ajuste podem variar para distintos tipos de Fundos Imobiliários (FIIs).

    O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) registrou acréscimo de 2,47% em 2026, após elevar-se 21,15% em 2025, diminuindo uma parte do abatimento com o qual os fundos vinham sendo transacionados. Neste momento, a previsão é de que a virada no ciclo possa favorecer esse mercado, uma vez que o IFIX vem sendo negociado com desconto de 11% em comparação com o valor patrimonial.

    “Apesar de a cotação dos fundos reagir aos movimentos da curva futura de juros, a diminuição da Selic é crucial para abrir margem para o crescimento da economia real, que possui um peso considerável no desempenho do setor imobiliário”, destaca Lana Santos, especialista do Clube FII.

    Copom resolve por redução mais suave na Selic

    Sumário ocultar
    1 Copom resolve por redução mais suave na Selic
    2 Mercado ajustou previsões antes da decisão
    3 Início dos cortes e consequências no mercado
    4 Impacto nos FIIs de papel pode ser disseminado
    5 FIIs de tijolo podem ser favorecidos

    A percepção do grupo é a de que a guerra no Irã tornou o ambiente externo mais imprevisível, o que demanda maior atenção dos países emergentes em suas escolhas de política monetária. A instabilidade nos preços de ativos e commodities foi ressaltada no informe divulgado pela autarquia, que reiterou a importância da tranquilidade e prudência na condução da política monetária.

    O recrudescimento do conflito fez o preço do petróleo futuro disparar acima de US$100 o barril, pressionando o custo dos combustíveis e, consequentemente, a inflação. “Apesar da isenção das taxas de PIS/COFINS sobre o diesel a partir de março, o mercado está atento ao risco de encarecimento logístico e até desabastecimento dos postos, fatores que têm um efeito cascata sobre outras áreas essenciais, como a de alimentação”, explica Santos.

    A guerra não somente encareceu os combustíveis, mas elevou o grau de incerteza. “Para o Banco Central, é o mesmo que navegar sem uma bússola: com tantas variáveis em jogo, torna-se até mesmo complicado fazer uma projeção confiável sobre a trajetória da inflação no horizonte relevante (agora, ainda mais distante da meta), muito menos indicar os próximos passos para a taxa de juros”, completa a analista do Clube FII.

    Como resultado, o comunicado do Copom menciona a expressão “necessidade de prudência” 3 vezes e “incremento da incerteza” 4 vezes, evitando termos como “redução” ou “manutenção”, adotando a expressão “calibragem da taxa de juros”, que pode indicar tanto aumento quanto diminuição ou conservação.

    Mercado ajustou previsões antes da decisão

    O conflito modificou as expectativas do mercado para a decisão desta quarta-feira. Se anteriormente, uma redução de 0,50 ponto percentual parecia a mais provável, a escalada nas tensões fez o mercado adotar uma visão mais cuidadosa, aguardando uma diminuição de menor magnitude, com consenso indicando 0,25 ponto percentual. Como consequência das incertezas, a curva de juros futura teve um aumento significativo, encerrando a semana anterior (13/03) em 7,36%, frente aos 7,07% registrados no início do mês. “Esse movimento mostra que o mercado já antevê a necessidade de manter juros restritivos por um período maior do que se imaginava anteriormente. Logo, a decisão do comitê não surpreende”, detalha Santos.

    Início dos cortes e consequências no mercado

    A taxa de juros é o principal mecanismo utilizado pelo Banco Central para conter as pressões inflacionárias e buscar a meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), porém traz impactos negativos tanto para a atividade econômica de modo geral quanto para o mercado de crédito. Mesmo que os efeitos da política costumem ser defasados, as taxas elevadas têm sufocado a expansão do PIB e aumentado de forma significativa o risco de inadimplência.

    “O crescimento de 24% nas recuperações judiciais em 2025 em relação a 2024, além do aumento nas recuperações extrajudiciais e renegociações de dívidas, indica uma estrutura financeira fragilizada entre os devedores, o que afeta diretamente os fundos listados de crédito, como FIIs, Fiagros e FI-Infras”, completa Santos.

    Diante do acréscimo da incerteza e ajustes na precificação de mercado, o corte traz mais indicadores favoráveis do que contrários, na perspectiva de Jefferson Honório, sócio e gestor da Brio Investimentos, visto que reforça o compromisso do Copom com a manutenção da função objetivo do BC no controle da inflação e na sua convergência para o centro da meta.

    “Qualquer sinal diferente, que transmitisse a sensação de um BC mais permissivo, poderia distorcer os mercados incorporando ainda mais prêmios de risco para horizontes prolongados, o que seria muito negativo para ativos de duração longa, como os fundos imobiliários, principalmente os FIIs de tijolo”, afirma o especialista da Brio.

    + Quanto rendem R$ 5 mil no Tesouro Direto, CDB e mais investimentos com a Selic em 14,75% a.a.

    Impacto nos FIIs de papel pode ser disseminado

    O impacto nos FIIs de papel tende a ser menor e espalhado, na avaliação do especialista da Brio. Os FIIs mais atrelados ao CDI podem ter uma melhora no carrego, já que a remuneração acompanha as novas expectativas, agora mais elevadas, da curva de juros. “Claro que isso é válido, desde que não haja mudanças significativas na capacidade de pagamento dos devedores desses fundos. Já em relação aos fundos indexados à inflação, é crucial observar a duração média dos títulos, uma vez que a precificação de juros reais mais elevados futuramente pode impactar negativamente a marcação a mercado dos títulos da carteira do fundo”, compara Honório.

    O início da trajetória de cortes é fundamental para estimular a economia e para preservar a saúde financeira das empresas, garantindo a segurança do mercado de capitais no longo prazo. “Apesar de alguns comemorarem os juros altos, pensando apenas no lado lucrativo da Selic de 2 dígitos, é necessário sempre priorizar mais a saúde do ambiente de negócios e seus participantes do que o retorno teórico dos investimentos. Afinal, de nada adianta uma rentabilidade atrativa no papel, se o devedor quebrar antes de conseguir pagar”, compreende a analista do Clube FII.

    FIIs de tijolo podem ser favorecidos

    Os Fundos Imobiliários de segmentos como incorporação residencial e lajes comerciais são os que apresentam os maiores descontos em relação ao valor patrimonial, sendo transacionados a um P/VP de 0,77x e 0,72x, respectivamente. Assim, para os fundos de tijolo, a diminuição de juros é ainda mais relevante, uma vez que o desempenho dessa categoria de fundos está intimamente ligado à atividade econômica. “Sem crescimento, não há investimento, não há expansão, não há criação de empregos. E com isso, segmentos como o de escritórios, o mais suscetível a essa variável econômica, continua enfrentando desafios, com os fundos sendo transacionados, em média, com descontos de 28% sobre o valor patrimonial”, destaca Santos.

    Com maior incerteza a nível global, a visibilidade dos retornos e precificação dos ativos diminui. No entanto, mesmo que a redução tenha sido de somente 0,25 ponto percentual, a baixa de juros traz impactos positivos para o potencial de retorno dos ativos. A visão dos especialistas é a de que o momento requer cautela e seletividade para escolher os melhores fundos para compor a carteira do investidor. Em fases incertas, investidores de longo prazo podem aproveitar boas oportunidades.

    Com o início do ciclo de cortes da Selic, o mercado de Fundos Imobiliários volta a ser o centro das atenções. Mesmo que o panorama exija cautela diante das incertezas globais e da evolução da inflação, a alteração na política monetária tende a criar novamente oportunidades relevantes para investidores mais bem preparados.

    *Artigo publicado originalmente em ClubeFII, parceiro de B3 Bora Investir

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    Fonte: Bora investir

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    Morelli
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    Morelli é mentor de posicionamento digital, estrategista de autoridade e trader profissional. Atua formando criadores de conteúdo e operadores de mercado com clareza, direção e resultados reais. Seu trabalho combina mentalidade, técnica e presença digital para transformar talentos em referências.

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