A economia nacional está com atenção dividida entre o Brasil e o Japão neste dia. Aqui, as preocupações se concentram na reunião conjunta do Congresso para aprovar o Orçamento de 2026. O desfecho desse processo é fundamental para que os agentes econômicos avaliem a condição financeira do Brasil no próximo ano.
No extremo oposto do mapa, chega a informação de que o Banco do Japão (BoJ) elevou os juros de 0,50% para 0,75% ao ano, o patamar mais alto em três décadas. Contudo, como isso impacta o mercado financeiro brasileiro? O Japão se encontra entre as nações desenvolvidas com menor taxa de juros globalmente, o que transformou o iene em uma moeda atrativa para transações de carry trade nos últimos tempos.
Nesse tipo de estratégia, investidores tomam empréstimos em iene para investir em ativos com maior rentabilidade em outras nações. Com o aumento das taxas de juros no Japão, esse tipo de operação perde atratividade, podendo levar os investidores a liquidar seus ativos para saldar as dívidas, gerando instabilidade nos mercados financeiros.
Reviva o encerramento do dia anterior
O Ibovespa B3 registrou nova alta nesta quinta-feira (18), impulsionado por um cenário internacional mais otimista devido à redução das taxas de juros nos Estados Unidos. O principal índice de ações da bolsa brasileira encerrou as atividades com um acréscimo de 0,38%, atingindo os 157.923,34 pontos. O dólar comercial teve uma variação de +0,01%, alcançando R$ 5,52.
Fonte: Bora investir

