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    Início - Notícias - Queda de 6,6% no Volume de Empréstimos em Novembro enquanto Estoque de Crédito Aumenta 0,9%
    Notícias

    Queda de 6,6% no Volume de Empréstimos em Novembro enquanto Estoque de Crédito Aumenta 0,9%

    MorelliBy Morelli26 de dezembro de 2025Updated:8 de janeiro de 2026Nenhum comentário4 Mins Read
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    O inventário de crédito do SFN (Sistema Financeiro Nacional) aumentou em novembro em 0,9%, atingindo a cifra de R$ 7 trilhões, conforme informações divulgadas pelo Banco Central na sexta-feira, 26. No caso das pessoas jurídicas, o montante de recursos aumentou em 0,3%, totalizando R$ 2,6 trilhões, enquanto para as pessoas físicas houve um crescimento de 1,2%, alcançando R$ 4,4 trilhões.

    Em um intervalo de doze meses, o estoque de crédito do SFN continuou desacelerando, apresentando um crescimento de 9,5% comparado a 10,2% nos doze meses anteriores até outubro deste ano. Houve também uma desaceleração no crédito empresarial, com um aumento de 7% em relação a 8,4% em outubro, e no crédito concedido às famílias, com um aumento de 11,1% comparado a 11,3%.

    O estoque de crédito com recursos disponíveis atingiu R$ 4 trilhões em novembro, com acréscimos de 0,7% no mês e de 7,8% no período de doze meses. No que se refere ao crédito disponível para pessoas jurídicas, o saldo alcançou R$ 1,6 trilhão, sofrendo uma queda de 0,1% no mês e um aumento de 1,4% em um intervalo de doze meses. Foi notável o aumento nas antecipações de faturas de cartão (+7,2%), assim como as reduções nos descontos de duplicatas e outros recebíveis (-4,1%) e no total de capital de giro (-0,9%).

    O crédito disponível para pessoas físicas aumentou 1,3% no mês e 12,4% em doze meses, impulsionado pelas operações de crédito pessoal (1,1%), financiamento de veículos (2,3%) e compras com cartão de crédito à vista (1,7%).

    Na modalidade de crédito direcionado, o valor atingido em novembro foi de R$ 3 trilhões, com aumentos de 1,0% no mês e de 11,9% em doze meses. O crédito direcionado às empresas, com um saldo de R$ 1 trilhão, cresceu 1,1% no mês e 16,9% em doze meses. Já no crédito direcionado às famílias, com um saldo de R$ 1,9 trilhão, ocorreram aumentos de 1,0% e 9,4%, respectivamente.

    Outorga de crédito

    Os dados emitidos pelo Banco Central revelam que as outorgas nominais de crédito totalizaram R$ 637,5 bilhões em novembro, representando uma redução de 6,6%. Nos dados ajustados sazonalmente, as outorgas totais diminuíram 1,4% no mês, com reduções de 2,2% nas operações com pessoas jurídicas e de 0,6% com pessoas físicas.

    As outorgas nominais acumuladas nos doze meses até novembro cresceram 8,9%, com aumentos de 9,8% no segmento de pessoas jurídicas e de 8,3% no segmento de pessoas físicas. As outorgas médias diárias subiram 13,1% em novembro, com aumentos de 11,1% nas operações com empresas e de 14,6% nas operações com famílias, destacando-se a ocorrência de quatro dias úteis a menos em comparação com outubro.

    A taxa média de juros das novas operações de crédito ficou em 31,9% ao ano, com incrementos de 0,1 p.p. no mês e de 3,5 p.p. em doze meses. Segmentando, as taxas médias de juros nas outorgas para empresas e famílias ficaram em 20,6% a.a. e 37,0% a.a., respectivamente, resultando em variações de -1 p.p. e 0,6 p.p. no mês e de 1,6 p.p. e 4,1 p.p. em doze meses.

    O spread bancário, diferença entre as taxas médias de juros das operações de crédito e o custo de captação estimado, alcançou 20,9 p.p., com acréscimos de 0,3 p.p. no mês e de 2,5 p.p. em doze meses.

    No caso do crédito com recursos disponíveis, a taxa média de juros ficou em 46,7% ao ano em novembro, com aumentos de 0,6 p.p. no mês e de 5,8 p.p. em doze meses. Nas operações com empresas, a taxa média ficou em 24,5% a.a., com um decréscimo de 0,6 p.p. no mês e um acréscimo de 2,8 p.p. em doze meses. As reduções nas taxas de juros de desconto de duplicatas e outros recebíveis (-0,7 p.p.) e de capital de giro com prazos superiores a 365 dias (-0,7 p.p.) contribuíram para esse resultado mensal.

    No crédito disponível para pessoas físicas, a taxa média de juros atingiu 59,4% ao ano, com aumentos de 0,9 p.p. no mês e de 6,2 p.p. em doze meses. Destacam-se os acréscimos nas modalidades de crédito não consignado (+5,5 p.p.), cartão de crédito rotativo (+0,7 p.p.) e cartão de crédito parcelado (+3,2 p.p.).

    *Artigo originalmente publicado em IstoÉ Dinheiro, parceiro de B3 Bora Investir

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    Fonte: Bora investir

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    Morelli
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    Morelli é mentor de posicionamento digital, estrategista de autoridade e trader profissional. Atua formando criadores de conteúdo e operadores de mercado com clareza, direção e resultados reais. Seu trabalho combina mentalidade, técnica e presença digital para transformar talentos em referências.

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