Close Menu

    Inscreva-se Grátis

    Receba o nosso conteúdo diretamente no seu email 100% Grátis.

    Mais lidas

    Aplicativos deverão detalhar custos das corridas aos consumidores

    25 de março de 2026

    BC reforça segurança em contas de instituições no sistema de pagamento

    25 de março de 2026

    Acordo Mercosul-UE valerá provisoriamente em maio, confirma governo

    25 de março de 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram
    • Sobre Nós
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Fale Conosco
    Trade ToolsTrade Tools
    • Home
    • Notícias
    • Ferramentas
      • Apis e Bibliotecas
      • Indicadores
      • Scripts
    • Dicas e estratégias
    • Criptomoedas
    • Filtro Notícias & TTZ
    Trade ToolsTrade Tools
    Início - Notícias - Selic Pode Cair no Primeiro Semestre, Mas Futuro dos Juros Depende da Política Fiscal, Segundo Gestores
    Notícias

    Selic Pode Cair no Primeiro Semestre, Mas Futuro dos Juros Depende da Política Fiscal, Segundo Gestores

    MorelliBy Morelli27 de janeiro de 2026Updated:1 de fevereiro de 2026Nenhum comentário4 Mins Read
    Twitter Facebook WhatsApp Reddit Pinterest LinkedIn Telegram Threads Tumblr Email Copy Link

    Nos dias que antecedem a primeira deliberação do Comitê de Política Monetária (Copom) de 2026, o consenso do mercado é sólido em relação à trajetória da taxa básica de juros da economia brasileira para este ano. Com o declínio da inflação e o abrandamento da atividade econômica, os gestores enxergam margem para o início do ciclo de flexibilização monetária. Embora as projeções não indiquem uma redução iminente, esse movimento não seria surpreendente. A incerteza principal reside não no curto prazo, mas na perspectiva dos juros a médio prazo: até que ponto a Selic pode cair e por quanto tempo?

    De acordo com Bruno Serra Fernandes, gestor de portfólio do Itaú, a fase de flexibilização terá início em março e deve perdurar até que a taxa se aproxime de 11% ao ano, no final de 2026. “Há mais de 15 anos não observamos uma taxa de 15% ao ano, como vemos atualmente. E nesse ciclo, o pico da inflação foi próximo de 5,5%. A elevação da Selic para 15% tem a sua justificativa: a ampliação fiscal no início do governo Lula 3. Além disso, tivemos a primeira transição de presidente do BC, com a autoridade monetária independente. Essa transição inicial foi desafiadora e o BC teve que conquistar a credibilidade elevando os juros para 15%. As próximas transições serão mais suaves”.

    Segundo Serra, apesar da necessidade desse aperto, o cenário mudou e já é viável dar início à redução dos juros. “Com a queda da inflação e a desaceleração do consumo, essa taxa de 15% começa a perder a sua razão de ser”, afirmou.

    Apesar desse ser o cenário predominante, Serra ponderou que uma resolução de corte nesta reunião não seria interpretada negativamente. Embora improvável, um corte antecipado estaria alinhado com a melhoria recente dos indicadores e não comprometeria a percepção de credibilidade do Banco Central.

    A abordagem de Rodrigo Azevedo, sócio-fundador da Ibiuna Investimentos, é semelhante. Para ele, a manutenção da Selic nesta Super Quarta é a conclusão mais provável, porém o momento exato do início da fase de redução não é tão relevante quanto os fundamentos que embasam a mudança de postura. “Acredito que a trajetória de declínio começa em março, mas poderia começar antes”, destacou, ressaltando que um eventual corte antecipado não seria, por si só, um equívoco na política monetária.

    Azevedo também alertou para a possibilidade de o mercado depositar em excesso confiança na projeção central do Banco Central. “A margem de erro dessas projeções é elevada, especialmente em um ambiente de incerteza”, afirmou. Em sua visão, a análise deveria focar no equilíbrio de riscos – ou seja, na possibilidade de a inflação se desviar para cima ou para baixo em relação ao cenário predominante. Com a queda da inflação e a atividade mais fraca, esse equilíbrio tende a abrir espaço para o início da flexibilização monetária.

    Embora o consenso aponte para cortes no curto prazo, o panorama de médio e longo prazo é mais indefinido. Para os gestores, a trajetória da Selic está intrinsicamente ligada à situação fiscal do país. Azevedo enfatizou que o Brasil combina uma dívida elevada com juros altos, o que torna o cenário dual: ou há uma consolidação fiscal mais robusta, ou a economia é forçada a se ajustar de forma abrupta. “Em tempos de crise, ocorrem ajustes”, declarou, destacando as implicações diretas para o nível de juros de equilíbrio.

    Serra ressaltou que o vetor do crescimento fiscal tem predominado nos últimos anos, embora tenha perdido força recentemente. Segundo ele, um ajuste focado apenas no aumento das receitas melhora o cenário, mas não é suficiente para reduzir significativamente a taxa estrutural. “Com um ajuste voltado para o lado do gasto, consigo visualizar uma Selic próxima de 8%. Caso contrário, os juros precisarão permanecer mais elevados”, afirmou.

    Interessado em consolidar a análise de seus investimentos em um único local? Faça o download do APP B3! Maior conveniência para você, maior inteligência para as suas aplicações financeiras

    Fonte: Bora investir

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Morelli
    • Website

    Morelli é mentor de posicionamento digital, estrategista de autoridade e trader profissional. Atua formando criadores de conteúdo e operadores de mercado com clareza, direção e resultados reais. Seu trabalho combina mentalidade, técnica e presença digital para transformar talentos em referências.

    Related Posts

    Aplicativos deverão detalhar custos das corridas aos consumidores

    25 de março de 2026

    BC reforça segurança em contas de instituições no sistema de pagamento

    25 de março de 2026

    Acordo Mercosul-UE valerá provisoriamente em maio, confirma governo

    25 de março de 2026
    Matérias relacionadas

    Aplicativos deverão detalhar custos das corridas aos consumidores

    25 de março de 2026

    BC reforça segurança em contas de instituições no sistema de pagamento

    25 de março de 2026

    Acordo Mercosul-UE valerá provisoriamente em maio, confirma governo

    25 de março de 2026

    Arrecadação Federal Alcança Recorde de R$ 222,1 Bilhões em Fevereiro

    25 de março de 2026
    Mais lidas

    Caixa começa a pagar saldo do FGTS retido pelo saque-aniversário

    By Morelli

    Crescimento de 125% em Investidores do Tesouro Direto nas Regiões Norte e Nordeste

    By Morelli

    Conferência do Trabalho propõe mais diálogo e modernização produtiva

    By Morelli
    Publicidade
    Trade Tools
    • Sobre Nós
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Fale Conosco
    © 2026 TradeTools. Criado por TradeTools.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    Ad Blocker Enabled!
    Ad Blocker Enabled!
    Our website is made possible by displaying online advertisements to our visitors. Please support us by disabling your Ad Blocker.
    Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.