Os comércios internacionais iniciam o dia sob pressão renovada com o aumento das tensões no Oriente Próximo. O petróleo ultrapassou novamente a marca de US$ 100 por barril, demonstrando a elevação das incertezas em relação ao conflito envolvendo o Irã e seus efeitos sobre o fornecimento energético mundial.
A resolução dos Estados Unidos de adiar novos ataques à infraestrutura energética iraniana trouxe um certo alívio momentâneo aos mercados ontem, resultando na queda do petróleo e no aumento das bolsas. Entretanto, essa movimentação perdeu força devido à ausência de progresso nas negociações diplomáticas e a novos incidentes de tensão na região.
Recursos de defesa: qual é a função na carteira – e como adquiri-los
A atenção dos investidores agora está voltada para os próximos desdobramentos diplomáticos, incluindo a perspectiva de uma reunião entre autoridades dos EUA e do Irã ainda nesta semana.
No Brasil, os investidores também estão reagindo à ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada recentemente. No relatório, os membros do colegiado mencionam que os próximos passos na condução da política monetária poderão levar em consideração novas informações sobre o conflito no Oriente Próximo. Além disso, reforçaram que a extensão e a duração do ciclo de redução serão definidas ao longo do tempo.
Relembre o encerramento de ontem
Com a percepção de redução nas tensões no Oriente Próximo, o Ibovespa B3 registrou, na segunda-feira (23), o seu maior avanço desde 21 de janeiro. O principal indicador do mercado brasileiro subiu 3,24%, fechando aos 181.931,93 pontos.
Fonte: Bora investir

