O tamanho do ramo de serviços expandiu 0,1% em fevereiro, em comparação com janeiro, indicando desaceleração do crescimento, conforme indicam dados divulgados na terça-feira, 14, pelo IBGE. Em janeiro, o aumento tinha sido de 0,2%.
No período de doze meses, o setor teve um crescimento de 2,7%, reduzindo o ritmo em relação a janeiro (3%).
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O segmento de serviços é o mais relevante na composição do PIB (Produto Interno Bruto), representando cerca de 70%.
Apesar da desaceleração, o ramo de serviços está 20% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e atingiu em fevereiro o ponto mais alto da série histórica, anteriormente alcançado em novembro de 2025.
serviços de informação e comunicação (1,1%) e os transportes (0,6%). A terceira expansão do mês foi nos serviços prestados às famílias (1,4%), que se recuperaram da queda de 0,5% em janeiro.
Declínio no turismo afeta o ramo
O índice de atividades turísticas caiu 0,9% de janeiro para fevereiro, sendo o terceiro resultado negativo consecutivo, acumulando uma perda de 1,7% nesse período. Com isso, o setor de turismo está 11,4% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e opera em fevereiro de 2026, 2,0% abaixo do seu auge na série histórica, atingido em dezembro de 2024.
“No que diz respeito às atividades turísticas, existe um efeito de base de comparação significativo, pois entre agosto e novembro de 2025 houve um aumento cumulativo de 2,5%. Já entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026, observamos uma queda acumulada de 1,7%, revertendo parte dos ganhos do período anterior”, destacou o analista da pesquisa Luiz Carlos de Almeida Junior.
*Artigo inicialmente publicado em IstoÉ Dinheiro, parceiro da B3 Bora Investir
Fonte: Bora investir

