Close Menu

    Inscreva-se Grátis

    Receba o nosso conteúdo diretamente no seu email 100% Grátis.

    Mais lidas

    Fim da escala 6×1: mais tempo para descanso e família é prioridade

    1 de maio de 2026

    Com fim da escala 6×1, mulher tem mais acesso a trabalho, diz ministra

    1 de maio de 2026

    Acordo Mercosul- UE entra em vigor nesta sexta após 26 anos

    1 de maio de 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram
    • Sobre Nós
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Fale Conosco
    Trade ToolsTrade Tools
    • Home
    • Notícias
    • Ferramentas
      • Apis e Bibliotecas
      • Indicadores
      • Scripts
    • Dicas e estratégias
    • Criptomoedas
    • Filtro Notícias & TTZ
    Trade ToolsTrade Tools
    Início - Notícias - Com fim da escala 6×1, mulher tem mais acesso a trabalho, diz ministra
    Notícias

    Com fim da escala 6×1, mulher tem mais acesso a trabalho, diz ministra

    MorelliBy Morelli1 de maio de 2026Nenhum comentário5 Mins Read
    Twitter Facebook WhatsApp Reddit Pinterest LinkedIn Telegram Threads Tumblr Email Copy Link

    A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, considera que o fim da escala de trabalho de apenas uma folga na semana, chamada de 6×1, é uma “exigência do nosso tempo” e que vai permitir que as mulheres tenham mais acesso ao mercado de trabalho.

    “Elas vão cuidar melhor da saúde, das relações familiares, territoriais. Eu não tenho dúvida que é uma exigência do nosso tempo o fim da escala 6×1”, disse.

    O fim da escala 6×1 é a principal bandeira a ser ostentada pelas manifestações de trabalhadores neste feriado de 1º de Maio. 

    Márcia Lopes conversou com exclusividade com a Agência Brasil, na última quarta-feira (29), após participar de um evento na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro.

    Os comentários sobre a mudança na jornada de trabalho acontecem no momento em que o Congresso Nacional analisa o Projeto de Lei (PL) 1838/2026, de iniciativa do governo federal, que reduz o limite máximo da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, garantindo dois dias de descanso remunerado semanal sem redução salarial. 

    O governo Lula pediu regime de urgência na tramitação do PL, que até a tarde de quinta-feira (30) ainda aguardava despacho do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para ser analisado pela Casa.

    Tramitam ainda na Câmara duas Propostas de Emenda à Constituição (PEC), PEC 221/19 e PEC 8/25, que também tratam do fim da escala 6×1. Na última quarta-feira (29) a Casa legislativa instaurou uma comissão especial para analisar as matérias. 

    Prejudicadas pela 6×1

    Sumário ocultar
    1 Prejudicadas pela 6×1
    2 Desigualdade salarial
    3 Reflexos positivos
    4 Estudos sobre impacto
    5 Pressão popular

    Ao defender a visão favorável ao fim da escala 6×1, a ministra Márcia Lopes é categórica ao afirmar que as mulheres são as principais prejudicadas pela escala atual de trabalho.

    “Não há dúvida disso”, afirma.

    A ministra aponta que as mulheres sempre se sentiram sobrecarregadas, entre outros motivos, pela característica “machista” da sociedade.

    “Às mulheres, historicamente, foi imputado a elas, dupla, tripla jornadas de trabalho. A elas sempre coube, além do trabalho remunerado, uma grande parte do seu tempo com trabalho não remunerado”, explica.

    “Quando elas terminam uma etapa do dia de trabalho, apesar do cansaço, elas dão início a outras etapas, seja estudando, cuidando das suas casas, dos filhos, dos afazeres”, completa.

    Mais do que colaborar para combater a sobrecarga de trabalho das mulheres, Márcia Lopes acredita que o fim da escala 6×1 é uma forma de melhorar a empregabilidade das mulheres e reduzir a desigualdade de gênero no mundo do trabalho.

    “Ao alcançar o fim da escala 6×1 e trabalhar pela igualdade salarial, as mulheres vão tendo muito mais chance de acessar o trabalho e de conquistar espaços e condições de trabalho melhores”, diz ela, enfatizando entre as beneficiadas as mulheres periféricas e negras.

    Desigualdade salarial

    Dados do 5º Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios, divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, na última segunda-feira (27), revelou que as brasileiras recebem, em média, 21,3% a menos que os homens no setor privado com 100 ou mais empregados. Ou seja, para cada R$ 1000 de salário de um homem, a mulher recebe R$ 787.

    A Lei nº 14.611, de julho de 2023, reforça a igualdade salarial entre homens e mulheres para mesma função. Empresas com 100 ou mais empregados devem adotar medidas para garantir essa igualdade, incluindo a divulgação dos salários.

    Reflexos positivos

    Para a ministra das Mulheres, o fim da escala de apenas um dia de descanso na semana resultará em efeitos positivos para as próprias empresas, como a redução do absenteísmo (faltas, atrasos e saídas antecipadas), e para a economia do país.

    “Traz muito mais dignidade, traz tempo livre que será utilizado para, inclusive, ir ao cinema, visitar museu, poder se alimentar melhor, organizar a sua comunidade, o seu território, de poder empreender”, lista.

    Estudos sobre impacto

    Diversos estudos tentam estimar os efeitos da redução de jornada de trabalho no país. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta prejuízo para a competitividade do setor e calcula uma perda de R$ 76 bilhões no Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país e altas nos preços de 6,2%, em média. 

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) assinala que a redução da jornada aumentaria os custos sobre a folha salarial em 21% e pressão inflacionária, com o repasse de preços ao consumidor chegando a 13%. 

    Um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), instituição do Ministério do Planejamento e Orçamento, defende que os custos de uma eventual redução da jornada para 40 horas semanais seriam similares aos impactos observados em reajustes históricos do salário mínimo, o que indica uma capacidade de absorção da medida pelo mercado de trabalho. 

    Pressão popular

    A ministra Márcia Lopes, que também preside o Conselho Nacional de Direito da Mulher – fórum que leva a participação da sociedade civil para dentro do governo – relatou à Agência Brasil que grupos de mulheres já buscaram articulação com os presidentes Hugo Motta, da Câmara, e Davi Alcolumbre, do Senado, para pressionar pela aprovação do fim da escala 6×1.“

    As mulheres são fortes, são mobilizadas e já estão fazendo isso”, disse.

    “Claro que tem posicionamentos contrários, isso faz parte da democracia, mas eu tenho impressão que, muito em breve, vamos conquistar mais esse direito no Brasil”, conclui.

    As declarações da ministra foram depois da participação em um evento, no qual o BNDES anunciou R$ 80 milhões para iniciativas que beneficiam mulheres empreendedoras e o “trabalho do cuidado” nas periferias.

    São exemplos de iniciativas de cuidado as cozinhas comunitárias, lavanderias públicas e cuidadotecas.

    Para a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello, que também esteve no encontro, o fim da escala 6×1 é intimamente ligado à melhoria da condição de vida das mulheres.

    “A luta para que a gente mude essa situação da escala 6×1 é exatamente ter direito a se cuidar, ter direito ao fim de semana, ao autocuidado”, disse.

     

    1º de Maio fim da escala 6x1 ministra Márcia Lopes
    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Morelli
    • Website

    Morelli é mentor de posicionamento digital, estrategista de autoridade e trader profissional. Atua formando criadores de conteúdo e operadores de mercado com clareza, direção e resultados reais. Seu trabalho combina mentalidade, técnica e presença digital para transformar talentos em referências.

    Related Posts

    Fim da escala 6×1: mais tempo para descanso e família é prioridade

    1 de maio de 2026

    Acordo Mercosul- UE entra em vigor nesta sexta após 26 anos

    1 de maio de 2026

    Dólar cai para R$ 4,95 e fecha no menor valor em dois anos

    1 de maio de 2026
    Matérias relacionadas

    Fim da escala 6×1: mais tempo para descanso e família é prioridade

    1 de maio de 2026

    Acordo Mercosul- UE entra em vigor nesta sexta após 26 anos

    1 de maio de 2026

    Dólar cai para R$ 4,95 e fecha no menor valor em dois anos

    1 de maio de 2026

    Receita lança painel com dados de todas as empresas do país

    1 de maio de 2026
    Mais lidas

    Desaceleração do PIB do Brasil em 2025: Causas e Previsões para 2026

    By Morelli

    Porto de Santos prioriza desembarque de navios com combustível

    By Morelli

    Top 20 Ações em Alta no Início de 2026: Petrobras e PetroRio Encabeçam a Lista

    By Morelli
    Publicidade
    Trade Tools
    • Sobre Nós
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Fale Conosco
    © 2026 TradeTools. Criado por TradeTools.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    Ad Blocker Enabled!
    Ad Blocker Enabled!
    Our website is made possible by displaying online advertisements to our visitors. Please support us by disabling your Ad Blocker.
    Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.