Os momentos de superação de marcas não cessam no Ibovespa B3. Neste dia de quarta-feira (28), o índice superior de títulos da bolsa brasileira aumentou 1,52%, alcançando os 184.691,05 pontos, e encerrou no seu mais atual nível mais alto de todos os tempos. No somatório do ano, o acréscimo é de 14,63%.
O centro das atenções foi a ‘Grande Quarta-feira’, com o Federal Reserve de manter os juros dos Estados Unidos na faixa de 3,50% a 3,75%. A escolha está em conformidade com a antecipação do mercado, embora sob a pressão do presidente Donald Trump pela queda da taxa de juros, 97% do mercado confiava na manutenção.
O tom da entrevista do presidente do Fed, Jerome Powell, foi considerado cuidadoso pelo mercado. “A escolha vem, na minha perspectiva, principalmente por uma cautela resultante de uma análise de dados, lembrando que tivemos um fechamento lá nos Estados Unidos cerca de dois meses atrás, e o Banco Central norte-americano está muito mais concentrado analisando os dados e, eventualmente, de olho para observar se não vai surgir alguma eventual surpresa resultante desse fechamento, que acabou afetando muito a qualidade em si dos dados”, indicou Nicolas Gass, responsável de alocação de investimentos e sócio da GT Capital.
Neste local, o IBOV experimentou os benefícios do capital externo que está ingressando em mercados emergentes. Enquanto isso, os investidores aguardam a escolha do Copom (Comitê de Política Monetária), sobre a taxa Selic.
A previsão do mercado é pela manutenção em 15% ao ano, mas os analistas estão atentos por sinais no comunicado do Banco Central sobre uma eventual diminuição da Selic na próxima reunião.
Com relevância no Ibovespa, a Vale (VALE3) progrediu 2,44%, após relatório de produção trimestral liberado ontem e considerado “sólido”. A empresa mineradora retornou a ser a principal produtora mundial de minério de ferro. Enquanto a Petrobras (PETR4) disparou 3,35%, em dia de mais lucros do petróleo internacional e de nova advertência do governo dos EUA ao Irã.
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Fonte: Bora investir

