Autor: Morelli

Morelli é mentor de posicionamento digital, estrategista de autoridade e trader profissional. Atua formando criadores de conteúdo e operadores de mercado com clareza, direção e resultados reais. Seu trabalho combina mentalidade, técnica e presença digital para transformar talentos em referências.

No Brasil, teve um saldo positivo na geração de colocações no mês de janeiro, com 112.334 novas posições de trabalho formais. O total vem de 2.208.030 admissões e 2.095.696 desligamentos durante esse período. Os detalhes foram expostos pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) nessa terça-feira (3).O desempenho ficou aquém do que foi alcançado em 2025 (137.303 postos) e 2024 (180.395 postos). No entanto, está acima do que os especialistas previram, com uma estimativa de criação líquida de 92 mil vagas, de acordo com uma pesquisa da agência Reuters.Veja o histórico de geração de empregos em janeiro no gráfico abaixo.…

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Dados divulgados hoje (3) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, apontam que, em janeiro, o Brasil apresentou um saldo de 112.334 mil novos postos de trabalho com carteira assinada. O resultado foi obtido com a admissão de 2.208.030 pessoas e 2.095.696 desligamentos. O Caged é um indicador que mede a diferença entre contratações e demissões. Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, o destaque do mês foi a indústria, que gerou 54.991 postos de trabalho. Os dados trazem ajustes, que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores e que são retificadas…

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (3) que a atual escalada do conflito no Oriente Médio não deve impactar a redução dos juros no Brasil. Definida atualmente em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), a previsão é de que taxa básica de juros, a Selic, comece a ser reduzida na próxima reunião do colegiado, marcada para 17 e 18 de março. “Tudo é uma questão de momento, nós estamos falando de hoje. A gente não sabe como é que esse conflito vai acontecer, como é que as coisas vão suceder,…

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A agropecuária foi o grande destaque da economia brasileira em 2025. O setor cresceu 11,7% na comparação com 2024, o que impulsionou o Produto Interno Bruto (PIB), conjunto de bens e serviços produzidos no país no ano passado. O desempenho fez com que a agropecuária representasse praticamente um terço (32,8%) da expansão de 2,3% que a economia brasileira teve no ano passado. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Depois da agropecuária, a atividade econômica que mais contribuiu para o avanço do PIB anual foi a indústria extrativa, com salto de 15,3%. Ou…

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O tarifaço imposto pelo governo dos Estados Unidos teve efeito pontual no desempenho da economia brasileira em 2025, que atingiu expansão de 2,3% na comparação com o ano anterior. A avaliação é da coordenadora de Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Rebeca Palis, durante apresentação do desempenho do Produto Interno Bruto (PIB). O PIB é o conjunto de bens e serviços produzidos no país e serve como indicador do comportamento da economia. O resultado de 2025 revela que as exportações brasileiras cresceram 6,2% na comparação com o ano anterior. “Em relação ao tarifaço, a gente realmente…

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No primeiro dia útil após o início dos ataques de Israel e dos Estados Unidos ao Irã, o dólar chegou a superar os R$ 5,20, mas desacelerou a alta durante a tarde. A bolsa de valores subiu, sustentada por ações de petroleiras, que se beneficiaram da disparada do petróleo. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (2) vendido a R$ 5,166, com alta de R$ 0,032 (+0,62%). A cotação disparou durante a manhã, chegando a R$ 5,21 por volta das 11h, mas diminuiu o ritmo durante a tarde, com a leve recuperação das bolsas estadunidenses. O mercado de ações teve um…

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Os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã não deverão ter impactos imediatos na macroeconomia brasileira, disse, nesta segunda-feira (2), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele ponderou, no entanto, que é difícil prever o desenrolar do conflito e que a pasta está analisando “com cautela” a questão.  “A escala do conflito vai determinar muita coisa. A economia brasileira está em um momento muito bom de atração de investimento. Mesmo que haja uma turbulência de curto prazo, ela não deve impactar as variáveis macroeconômicas, a não ser, conforme eu disse, que esse conflito venha a escalar”, disse…

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Atualmente, o foco não está apenas em justiça, estamos tratando de desenvolvimento econômico. A falta de equidade é uma ineficácia mascarada. Incorporar pessoas diversas e abrir espaço para o inédito gera receita e oportunidades de negócios. Partindo dessa postura, a vice-presidente da B3, Ana Buchaim, deu início ao debate sobre Educação e autonomia financeira como impulsionadores da igualdade de gênero, que fez parte da agenda do décimo evento Toque de Campainha pela Igualdade de Gênero, realizado na segunda-feira (2) na sede da bolsa, em São Paulo.O encontro representa uma iniciativa global em colaboração com a WFE (World Federation of Exchanges)…

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O início do mês de março trouxe muita instabilidade à bolsa brasileira, com o Índice Bovespa B3 começando com quedas, refletindo um cenário de cautela, mas encerrando a segunda-feira (2) com um acréscimo de 0,28%, ficando em 189.307,02 pontos. O foco principal dos investidores estava no conflito no Oriente Médio, depois que, durante a madrugada de sábado, Estados Unidos e Israel encerraram as negociações com o Irã e lançaram ataques que resultaram na morte do líder supremo Ali Khamenei e outros membros do alto escalão do governo iraniano. A guerra nessas regiões é preocupante principalmente por envolver áreas estratégicas na produção e transporte de petróleo e gás…

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Os Fundos Imobiliários (FIIs) são reconhecidos pelos investidores por sua habilidade de gerar receita passiva por meio de proventos. Por essa razão, quem investe em um fundo está sempre atento às datas de pagamentos dos rendimentos.Os FIIs são fundos de investimento que aplicam em ativos do ramo imobiliário, como centros comerciais, edifícios de escritórios, armazéns logísticos, clínicas, hotéis, entre outros, ou em títulos de dívida ligados a esse setor. Esses fundos operam como uma espécie de coletividade, onde vários investidores adquirem cotas e, com os recursos reunidos, o fundo compra, constrói ou aluga propriedades.Os lucros desses investimentos são então distribuídos regularmente aos cotistas, geralmente sob a…

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