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    Início - Investimentos - Impacto da Queda da Selic nos Investimentos: Tesouro Selic, Prefixado ou IPCA+
    Investimentos

    Impacto da Queda da Selic nos Investimentos: Tesouro Selic, Prefixado ou IPCA+

    MorelliBy Morelli18 de março de 2026Updated:21 de março de 2026Nenhum comentário5 Mins Read
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    Na presente data, que é quarta-feira, o Comitê de Política Monetária do Banco Central Brasileiro, também conhecido como Copom, está avaliando o nível da taxa fundamental de juros do Brasil. Após um período de dois anos, existe a possibilidade de diminuição da Selic. Essa eventual mudança afeta diretamente os investimentos, especialmente os ativos de renda fixa, como os papéis do Tesouro Direto.

    Surgiram questionamentos acerca da dimensão desse ajuste. Atualmente, a maioria dos especialistas prevê uma redução de 0,25 ponto percentual, embora ainda haja quem espere uma diminuição de 0,50 ponto percentual.

    “Antes do mais recente conflito no Oriente Médio, era unânime entre os especialistas financeiros que o Banco Central introduziria o corte na taxa de juros na próxima reunião do Copom. No entanto, devido aos conflitos, a incerteza gerada por eles e a volatilidade nos preços do petróleo e câmbio, os técnicos do Copom podem optar por uma abordagem mais cautelosa”, menciona Paula Sauer, docente da FIA Business School.

    O principal motivo de preocupação, conforme a professora da FIA, é o aumento do valor do petróleo, que subiu de patamares entre US$ 66 e US$ 72 por barril para mais de US$ 100 por barril no caso do petróleo Brent, referência internacional.

    “A elevação no preço do petróleo ocasiona aumento nos preços de forma geral, incluindo combustíveis, fertilizantes, custos de transporte (que frequentemente são repassados ao consumidor final), alimentos, entre outros itens que sofrem com o acréscimo nos custos de produção. E assim, surge um risco inflacionário”, adverte Sauer.

    Redução da Selic e os investimentos

    Sumário ocultar
    1 Redução da Selic e os investimentos
    2 Projeções para cada título do Tesouro Direto
    2.1 Tesouro Selic
    2.2 Tesouro Prefixado
    2.3 Tesouro IPCA+

    De acordo com Paula Sauer, o mercado como um todo já esperava essa diminuição na taxa de juros, e diversos títulos já estão precificados considerando esse novo panorama. Entretanto, ela ressalta que a taxa de juros brasileira ainda é bastante atrativa, sendo uma das mais elevadas globalmente.

    “Caso a diminuição da taxa de juros se concretize, os títulos já emitidos que pagam taxas mais altas se valorizam. Isso ocasiona ganhos por meio da marcação a mercado, sobretudo nos prefixados, que se beneficiam com a redução da taxa, e nos títulos atrelados ao IPCA+, que também se beneficiam do aumento da inflação”, explica a docente.

    Segundo Sauer, esse cenário se desenha após a confirmação da redução nas taxas de juros, já que os novos títulos passam a ser emitidos com taxas menores e retornos progressivamente menores ao longo do tempo, porém ainda bastante atraentes, “considerando que podem proporcionar liquidez e retorno de pelo menos dois dígitos para o investidor, até o final de 2026”.

    De modo geral, a professora da FIA destaca que, com a diminuição da taxa de juros, espera-se o seguinte panorama para cada título:

    • Tesouro Selic: Rentabilidade futura diminui
    • Tesouro Prefixado: Tende a se valorizar
    • Tesouro IPCA+: Pode se valorizar, dependendo da inflação

    “Isso ocorre porque os valores dos títulos são ajustados conforme a curva de juros. Quando o mercado antevê a redução dos juros, essa curva recua e os títulos com taxas já determinadas ficam mais valiosos”, destaca.

    Projeções para cada título do Tesouro Direto

    Analisando título por título, Paula Sauer enfatiza:

    Tesouro Selic

    O Tesouro Selic, por possuir remuneração pós-fixada, é considerado menos suscetível às variações da taxa Selic. Contudo, com a efetivação da diminuição da taxa de juros, a rentabilidade futura diminui e não há grande valorização do título. Ainda assim, mantém extrema relevância na composição das carteiras de investimentos para estabelecer a reserva de emergência, proporcionar liquidez à carteira e amenizar a volatilidade. No entanto, tende a perder atratividade relativa no início do ciclo de cortes.

    Tesouro Prefixado

    Por outro lado, os títulos prefixados são os mais beneficiados em contextos de expectativa de queda na taxa de juros. Se um investidor adquiriu um título que paga 13% ao ano, e posteriormente novos títulos passam a pagar 10% ao ano, o título antigo se valoriza no mercado.

    Títulos prefixados tendem a se valorizar no começo do ciclo de diminuição da taxa de juros. É crucial mencionar que a taxa estabelecida no momento da compra só é garantida se o investidor mantiver o título até o vencimento. Caso opte por vendê-lo antes, estará sujeito à marcação a mercado – o que pode resultar em lucros, mas também em prejuízos.

    Tesouro IPCA+

    O comportamento desse título do Tesouro Direto é mais complexo, visto que remunera com base no IPCA acrescido de uma taxa real. Suponha um título IPCA + 6%; quando os juros reais da economia diminuem, esse título se valoriza, especialmente os de prazos mais longos.

    Em um cenário de redução da taxa de juros, esse título tende a se valorizar. Ademais, esse tipo de título protege contra a inflação, sendo amplamente utilizado em carteiras com objetivos de longo prazo, pois, embora valorizem menos que os prefixados a curto prazo, oferecem salvaguarda inflacionária e estabilidade do poder de compra.

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    Fonte: Bora investir

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    Morelli
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    Morelli é mentor de posicionamento digital, estrategista de autoridade e trader profissional. Atua formando criadores de conteúdo e operadores de mercado com clareza, direção e resultados reais. Seu trabalho combina mentalidade, técnica e presença digital para transformar talentos em referências.

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